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Silence is sexy, ou, a poesia no Musicbox e no São Jorge

Atenção, amantes da poesia, boémios iluminando a noite de bar em bar, ou malta que ainda está para escrever um ensaio literário de dez páginas para entregar na semana que vem: o Festival Silêncio!, evento que dá destaque à spoken word e à alma poética de músicos de todos os quadrantes, anunciou hoje alguns dos nomes que vão estar presentes em Lisboa, de 15 a 25 de Junho, no Musicbox e no São Jorge, para leituras indispensáveis. Destaque natural: Linton Kwesi Johnson, considerado por muitos como o pai fundador da dub poetry (que é precisamente o tema do ensaio, e por isso podiam ter feito isto em Abril) e co-autor de um dos melhores discos reggae de sempre, o essencial Dread Beat An' Blood. Mas não só. Também Lee Ranaldo cá virá novamente a solo, desta feita para apresentar o projecto Notebook, poesia acompanhada por imagens. E ainda, porque "FMI" roda incessantemente nas nossas cabeças há já algum tempo, José Mário Branco subirá ao(s) palco(s) acompanhado por pessoas como Camané, Carlos Bica e José Peixoto. Isto para não falar de Arnaldo Antunes, do projecto Moradas do Silêncio (poesia de Al Berto por Sérgio Godinho, JP Simões, João Peste, Rui Reininho e Noiserv), e das oportunidades que alguns terão, se entrarem nos concursos em questão, para ler a sua própria poesia. Porque a música também se faz de palavras.

Cortesia de Bodyspace.net

Sintra terá festival literário inspirado na FLIP de Paraty

"A FLIP vai inspirar outros festivais", disse uma vez Liz Calder, presidente da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no Brasil. Gonçalo Bulhosa pegou na deixa e criou a Festa Literária Internacional de Sintra (FLIS) que vai acontecer a 11, 12 e 13 de Novembro naquela vila do distrito de Lisboa.

O director desta primeira edição é o editor Manuel Alberto Valente e o Centro Cultural Olga Cadaval, o local onde se realiza o evento. A primeira FLIS terá cerca de 30 escritores convidados, que debaterão diversos temas (literatura, "prosa marginal", humor, sociologia, escrita jornalística, etc.).

Tal como na brasileira FLIP, os debates serão moderados por personalidades convidadas e o público - que paga bilhete para assistir - participa através de perguntas escritas, dirigidas à mesa. No final, os escritores realizam sessões de autógrafos e naquele espaço funcionará a Livraria Oficial da FLIS, cafés literários e uma loja de merchandising. "O espírito é tornar o Centro Cultural Olga Cadaval um espaço aberto, muito dinâmico, com acontecimentos durante os intervalos entre palestras. O espírito de festa é o mesmo da FLIP, mas tudo o resto será diferente, pois Sintra, no Inverno, não é comparável ao calor das ruas de Paraty."

João Tordo, Pedro Paixão e Joana Amaral Dias são os primeiros portugueses confirmados. Escritores internacionais estão a ser convidados.

Cortesia de O Público

Festival Provincial de Poesia de Namibe

O Conselho Provincial da Juventude do Namibe (CPJN) promove no dia 24 do corrente mês, nesta cidade, um festival provincial sobre a poesia para incentivar os jovens ao gosto pela leitura e clamação de poemas.

De acordo com o secretário provincial do CPJN, António Vidigal, em declarações hoje à Angop, espera a participação de cerca de 10 jovens, criteriosamente seleccionados a partir dos institutos médios e escolas profissionais da cidade do Namibe.

O evento contará com a participação especial de alguns poetas consagrados do mercado nacional, nomeadamente Fido Nil, conhecido por “Poeta que Chora”, e o escritor Paulo Catorio.

António Vidigal realçou que a presença destas figuras ao festival servirá de motivação dos jovens, na sua entrega no mundo de poesia e na literatura em geral.

O festival, segundo António Vidigal, vai contar com a representação da coordenação provincial de língua portuguesa do Ministério de Educação, com vista a avaliar o grau de expressão e maturidade dos participantes no campo literário.

Acrescentou que o evento, o primeiro do género, servirá ainda de antecâmara para as próximas realizações com carácter competitivo, onde as obras vencedoras, conduzirão os autores a sua participação nos eventos nacionais no mundo de literatura.

O festival contará com o apoio do Governo da província do Namibe e do Conselho Nacional da Juventude.

Cortesia de AngolaPress

Tolentino Mendonça é o único poeta português presente no Mediterranea

O Pe. José Tolentino Mendonça é o único poeta português presente no “Mediterranea”, Festival Intercontinental da Literatura e da Arte, que decorre na Itália.

O “Mediterranea”, evento anual que se concentra nos meses de Junho e Julho, mas que inclui actividades durante todo o ano, escolheu para a sua sétima edição o tema “Roma «pátria comum»”, sublinhando o papel da cidade como espaço histórico e actual de encontro e intercâmbio de culturas, civilizações, etnias e religiões.

Realizando-se na capital italiana e nas regiões circundantes, o festival propõe sessões e espectáculos de poesia, música, dança, teatro, cinema, vídeo, moda e artes visuais.

As escolhas dos organizadores dão atenção especial aos povos não ocidentais, minorias étnicas, universo feminino e novas gerações, privilegiando temas como o ambiente, a interculturalidade e a difusão da poesia.

Pelo festival passaram artistas e autores de Itália, Albânia, Bahrein, Bósnia, Brasil, China, Egipto, Filipinas, França, Grécia, Índia, Irão, Iraque, Israel, Kosovo, Líbano, Marrocos, Nigéria, Noruega, Holanda, Palestina, Sérvia, Síria, Somália, Espanha, Tunísia e Turquia.

O cruzamento das dimensões privilegiadas pelo festival contou com uma expressão privilegiada no Encontro Internacional de Poesia, que decorreu esta sexta- feira, 16 de julho, em Roma, com a participação de Shahrnush Parsipur (Irão), Latif Al Saadi (Iraque), Mihai Mircea Butcovan (Roménia), Gezim Hajdari (Albânia), Clara Janés (Espanha), Ndjock Ngana (Camarões), Jacqueline Risset (França), Marcia Theóphilo (Brasil), Andrea Di Consoli e Daniela Ripetti Pacchini, além do P. José Tolentino Mendonça, que é o director do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura (SNPC).

Os autores vão dizer poesias da sua autoria na língua original, que serão lidos em italiano por artistas convidados pela organização.

Cortesia de RM/SNPC

27º Festival de Almada: A poesia está no palco


Vinte e sete anos depois da sua criação o Festival de Almada aposta na poesia, dando à palavra o centro do palco. Entre 4 e 18 de Julho, Almada, Lisboa e o Porto recebem 30 produções que procuram responder ao primado do teatro: um actor a dizer um texto frente a um espectador.

Estão já longe os tempos do Beco dos Tanoeiros e de um festival feito por um homem que tinha começado a fazer teatro com a utópica esperança de ver os trabalhadores da Lisnave a subirem a Avenida 25 de Abril, de marmitas vazias, para se virem alimentar ao velho, e hoje antigo, Teatro de Almada. Cedo Joaquim Benite percebeu que essa defesa de um teatro capaz de mobilizar as massas era pouco condizente com as condições em que as pessoas viviam. O que se lhes dizia, e como se lhes dizia, continua a estar na base de uma pesquisa que, hoje, através de encontros, debates e colóquios, se expande por diferentes olhares, antagónicos por vezes, complementares noutras mas capaz de abrir pistas para o que está a ser mostrado, produzindo um diálogo com o que existiu e o que ainda está por vir.

Vinte e sete anos depois de um festival que começou com cinco grupos amadores com sede em Almada, estamos perante um monumento histórico e um acontecimento incontornável não apenas no calendário do teatro em Portugal mas do próprio Teatro em Portugal. Não serão precisas aspas para ter o director - o mesmo desde o início, "situação rara na Europa" - a dizê-lo por si mesmo. A história do festival conta também a história de um país que aprendeu a programar atempadamente, a trazer espectáculos de encenadores que nos habituáramos a conhecer de apelido - Strehler, Besson, Brook, Bondy, Lavaudant, entre outros - mas que Almada nos ensinou o seu primeiro nome - Giorgio, Bruno, Peter, Luc, George -, a cruzar companhias e criadores nacionais "que nunca se viam ou ouviam, e até se hostilizavam".

Joaquim Benite recorda uma frase de Jorge Silva Melo (este ano no Festival com duas peças: "Um precipício no mar", de Simon Stephens, e "Fala da Criada de Noialles...", do próprio Silva Melo, Culturgest, de 15 a 18), onde este dizia que "o festival é o sítio mais civilizado de Portugal". Benite orgulha-se de ter criado "um lugar onde se encontram diferentes linhas estéticas mas que discutem, com maturidade, sobre as suas diferenças, sem se agredirem, e de forma flexível, num nível que não é o da confrontação sectária".

Talvez esta ideia se prenda com um informalismo que faz do festival uma partilha de uma "ideia de cosmopolitismo como plano para o desenvolvimento da cultura". Benite diz que o que distingue o Festival de Almada de outros - e não se faz rogado na utilização do epíteto "um dos mais interessantes da Europa", usada por Matthias Langhoff (que regressa com "Cabaret Hamlet", dias 14 e 15, CCB) -, "é o facto de ser feito por uma companhia de teatro, não ter fins comerciais e ligar a inovação à tradição sem criar rupturas".

Cumplicidades

Este ano são 30 produções, sendo 14 estrangeiras, num total de 88 sessões divididas por 16 espaços. Vão ser apresentados espectáculos da vanguarda russa (a companhia Knam, com duas peças: "O Amor", a 8, e "Matar Shakespeare", a 10, no Fórum Romeu Correia, em Almada) e contos de tradicionais de Cuba ("Era uma vez um crocodilo verde", de Coralia Rodriguez, dia 7, Escola D. António da Costa, Almada, e dia 8 no Instituto Fraco-Português), vai haver fado coreografado ("Aldina Duarte por Olga Roriz", a 9, 10, 16 e 17, no S. Luiz, Lisboa) e muitos corpos nus vindos do Canadá ("Um pouco de ternura, bordel de merda", de Dave St Pierre, a 13, no palco da António da Costa).

E depois aquilo a que Benite chama de "reposições", mas que são "oportunidades para ver teatro português que poucos viram". Companhias como o Ensemble ("O Avarento", a 8), o Teatro dos Aloés (que regressa à sua peça-fundadora, "Uma Lição dos Aloés", do sul-africano Athol Fugard, a 4), ambas na António da Costa, os Artistas Unidos, as encenadoras Solveig Nordlund ("La Musica", a 5 e 6, no Fórum Romeu Correia), Cristina Carvalhal ("Uma Família Portuguesa", a 10, na António da Costa), Mónica Calle [ver texto nestas páginas] ou a descoberta Daniel Gorjão ("Um dia dancei Só um dia", no Teatro Municipal de Almada, de 7 a 18), saído do projecto "Emergentes", em conjunto com o Teatro Nacional D. Maria II.

"O critério predominante são as co-produções e as estreias", diz Benite, em resposta às diferenças de tratamento entre a programação nacional e a internacional. "Claro que gostava de ter estreado mundialmente 'Ode Marítima' [ver texto nestas páginas], mas tenho que encontrar, tal como o Festival de Avignon faz, o equivalente à 'Ode Marítima' em Portugal".

"A nossa participação é muito reduzida, mas há uma vontade das companhias de se apresentarem aqui, e essa é outra das características do festival", diz o seu director. "Defendo a ideia de que a economia não se reduz aos números e os rsultados estão à vista. Surgem de encontros a partir dos pequenos pontos de contacto que são aproveitados em resultados de produção".

Nesse sentido, quando questionado sobre as redes que hoje fazem o essencial dos festivais e dos calendários de programação, diz que "ao contrário de outros festivais, as parcerias em Almada não são burocráticas nem impostas, mas nasceram de cumplicidades e amizades. Estas sinergias não se estabelecem por decreto", assume.

Contas feitas, e fornecidas pelo festival, são 575 mil euros que se dividem assim: 34 por cento do Ministério da Cultura, através da Direcção-Geral das Artes, o mesmo valor da Câmara Municipal de Almada, 24 por cento de patrocinadores e parcerias, e 8 por cento de receitas próprias.

Benite diz ainda que 65 por cento das verbas são gastas nos espectáculos - na sua compra e produção - e o restante na organização e promoção. "Essas receitas próprias só o são assim [com este valor, 8 por cento] por limitações das próprias salas", diz o director. "Vendemos 600 assinaturas, mas podíamos vender o dobro se as salas tivessem mais capacidade." Porque, pelos vistos, público nunca foi um problema.

O público, diz Benite, "cria pressões". "Ao longo dos anos fomos trabalhando para um público que se foi formando no festival, tal como eu me fui formando. Muitas vezes penso que o meu gosto evoluiu como evoluiu o próprio festival". E chegou, já, a acontecer espectadores virem dizer-lhe que um ou outro espectáculo não deveria ter sido apresentado.

"Todas as pressões que existem encaro-as da mesma forma e tiro delas o melhor partido. Não acho que o festival deva criar situações de desconforto para o espectador, mas deve trabalhar para alargar a dicussão". O gosto do programador é, aqui, deixado para segundo plano. "Se programasse só o que gosto, o festival seria mais pequeno". Mas já a ética, essa, diz Benite, "cola-se não à estética, mas ao papel ético que o teatro deve ter".

Devir poético

"A transposição do real não é coisa que me interesse muito, o que me interessa é a transmissão poética. Na minha realidade interessa-me fazer e apresentar espectáculos interventivos, e que tenham preocupações de carácter geral sobre o comportamento humano, não apenas no plano político, mas em todas as suas dimensões e, em particular, nas que determinam a vida das pessoas. Não temos essa tendência moderna de fazer da inovação e da pesquisa formal o centro da pesquisa teatral", diz. "O meu problema é o da inclusão, não é o da exclusão".

É aqui que esta filosofia de vida - neste que é um projecto conduzido por um perfil pessoal "marxista" que age sobre os outros a partir do confronto ideológico -, que, este ano, "o devir poético" toma forma.

Aos 27 anos Almada procura uma linha que tem na poesia, e não tanto na palavra, uma das linhas-mestras enquanto condição "sine qua non do teatro": "O importante é que no teatro exista uma leitura poética das coisas". Este ano, e para além de "Ode Marítima", estará presente a poesia de Constatinos Kavafy ("Yourcenar/Kavafy", de Jean-Claude Feugnet, com Charlotte Rampling - a 16 no S. João, Porto, a 17 e 18 no D. Maria, Lisboa), mais Pessoa ("Um jantar muito original", de Alexandre Riener, dia 11, D. Maria), Camões ("As 10 canções de Luís de Camões", por Luís Miguel Cintra, dia 11, Fórum Romeu Correia), e a homenagem a Maria Barroso, antiga actriz e "diseuse" - "porque o Festival orgulha-se de homenagear as pessoas que são importantes para a história do teatro em Portugal e, muitas vezes injustamente, são esquecidas" -, que participa num recital, encenado pelo próprio Benite, e que inclui ainda Eunice Muñoz e Carmen Dolores (dia 10, Teatro Municipal de Almada).

"Se não houver acto poético não há teatro", insiste. "O teatro não é publicidade. É a palavra a ser dita por um actor." E cita Claude Régy, o encenador de "Ode Marítima", que diz que para o teatro poder continuar deve afastar-se o mais possível do espectáculo.

"O importante é o que se constrói com o universo com que se trabalha. A mesma matéria com que trabalha o Régy, nas mãos de outro encenador, pode ser uma grande porcaria". Essa pesquisa que, eventualmente, estará relacionada com essa dúvida do que apresentar já não aos trabalhadores da Lisnave "mas a um público que vê mais coisas" e, por isso, "exige mais", está na base de um festival que, 26 anos depois, regressa com a mesma dúvida: "como continuar a dar à palavra o lugar central do teatro".

Cortesia de O Público

Conferência sobre Fernando Pessoa no Festival Lusofonia de Londres

Esta será a estreia internacional deste coletivo fundado em 2007 e que é liderada pelo maestro, compositor e percussionista Pedro Carneiro.

O programa do concerto inclui 1ª Sinfonia de Beethoven, o 2º Concerto para piano de Chopin, o qual será executado pela pianista brasileira Cristina Ortiz, e duas peças para cordas de dois compositores portugueses: Nocturno, de Joly Braga Santos, e Canto para Timor-leste, de Luís Tinoco.

Seguem-se nas três semanas do festival dezenas de concertos, espectáculos de dança, sessões de cinema, palestras sobre literatura com artistas britânicos e estrangeiros, muitos dos quais de países de língua portuguesa.

A lusofonia é o tema da edição deste ano do festival, que procura assim diferenciar-se de outros eventos da capital britânica.

“Em vez de termos só uma mistura casual de bons artistas a actuar, centramo-nos em temas específicos para dar ao festival uma identidade”, justificou o diretor, Ian Ritchie.

Outra mais valia deste festival são os locais históricos onde decorre, um bairro onde actualmente se concentram as sedes dos bancos e instituições financeiras mas onde outrora nasceu a cidade.

O facto de ser o principal centro financeiro europeu, onde todos os dias se realizam transações, cria uma analogia para o festival, que pretende promover “trocas culturais com outras partes do mundo”.

O cartaz musical inclui concertos do pianista português Artur Pizarro, do guitarrista Pedro Caldeira Cabral, do coro Gulbenkian, de A Capella Portuguesa e da soprano goesa Patricia Rozario com o violoncelista brasileiro António Meneses.

Ao compositor contemporâneo Miguel Azguime foi encomendado um trabalho, “(ThS)inking Survival Kit”, que será apresentado a 06 de julho pelo Sond’Art-te Electric Ensemble.

O trio do moçambicano Deodato Siquir, o quinteto português Sons da Gare, o septeto angolano Lindu Mona e o acordeonista brasileiro Renato Borghetti vão tocar em espaços abertos.

O fado estará também presente em vários filmes inspirados pela música que serão projectados e numa noite de prova de vinhos com o canto a cargo de Ana Sofia Varela, Ricardo Ribeiro e Liana.

Inês Pedrosa, presidente da Casa Fernando Pessoa, o professor universitário Seabra Pereira, o editor Simon Jenner e o tradutor Richard Zenith irão fazer um “retrato do maior poeta de Portugal” numa conferência a 22 de junho.

A poesia lusófona volta a ser evocada numa sessão a 08 de julho, onde estarão vários autores: o cabo-verdiano Corsino Fortes, a angolana Ana Paula Tavares e o português Valter Hugo Mãe.

O festival termina no dia seguinte com um espetáculo da Aurora Orquestra, que mistura capoeira com música barroca e contemporânea, com coreografia do brasileiro Ponciano Almeida.

Cortesia de Destak.online

Saul Williams no Festival Silêncio! 2010


Saul Williams é o convidado da segunda edição do Festival Silêncio!.

O poeta, escritor, actor e músico norte-americano sobe ao palco do Musicbox para um espectáculo único que marca a sua estreia em Portugal. A passagem de Saul Williams por Lisboa será ainda pretexto para um master class na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa numa parceria conjunta com o Centro de Estudos Anglísticos e para uma participação na rubrica «Conversas do Silêncio».

O álbum «The Inevitable Rise and Liberation of NiggyTardust», de 2007, foi produzido por Trent Reznor. O festival decorre entre 16 e 26 de Junho, com espectáculos de spoken word e de Poetry Slam.

Cortesia de Discodigital

Poesia no 27ª edição Festival de Almada

Não é uma estreia absoluta mas será “um momento único” da edição do Festival de Almada deste ano (a 27ª). "Ode Marítima de Fernando Pessoa", com direcção de Claude Régy, é para o director do Festival e do Teatro Municipal de Almada, Joaquim Benite, um desses momentos altos por que muitos esperam. O espectáculo serve de núcleo a outros (de poesia) num festival com algumas novidades e “passos em frente”. Sobre a sua criação, o encenador Claude Régy, no filme de apresentação do festival, diz que "Ode Marítima" o intimidou mas que finalmente ganhou coragem para o fazer com o actor “de grande dimensão” que é Jean-Quentin Châtelain.

A presença da poesia faz parte de uma longa tradição de um festival fundado em 1984, mas a tendência acentua-se este ano. Justifica Joaquim Benite ao P2: “Os grandes dramaturgos são grandes poetas.”

Num desses momentos, haverá Carmen.Eunice.Maria, recital de poesia que junta poemas escolhidos pelas actrizes Carmen Dolores, Eunice Muñoz e Maria de Jesus Barroso, a figura homenageada deste festival e ex-primeira dama – que foi afastada do Teatro Nacional D. Maria II por motivos políticos antes do 25 de Abril. E se o teatro não pode perder a ligação com o texto poético, como diz Joaquim Benite, o festival não pode perder a ligação com o público. E, por isso, tem vindo a crescer todos os anos “para não defraudar as pessoas”.

O orçamento passou este ano de 500 mil para 575 mil euros, e pela primeira vez chega ao Porto, tendo o Teatro Nacional de São João como um dos teatros associados. Inédito é também haver 30 criações e um total de 88 representações (no ano passado eram 49) em 16 espaços teatrais.

E pelos vários palcos que se associam ao festival – além do Teatro Municipal de Almada, o Teatro D. Maria II, o Teatro Maria Matos, o Instituto Franco-Português, o Centro Cultural de Belém, o Teatro do Bairro Alto, a Escola D. António da Costa em Almada, e outros – passarão grandes nomes do teatro de Portugal e do estrangeiro.

Desses, Charlotte Rampling será talvez a mais conhecida pela sua carreira no cinema. A actriz inglesa e Polydoros Vogiatzis protagonizam outros dos momentos altos do festival: um espectáculo que junta música e textos da romancista Marguerite Yourcenar e do poeta grego Constantin Cavafy, "Yourcenar/Cavafy".

O encenador argentino Daniel Veronese traz "Todos os governos evitaram o teatro íntimo" a partir da peça Hedda Gabler, de H. Ibsen. Também da América Latina, a narradora de lendas e contos Coralia Rodríguez, de Cuba, traz "Era uma vez um crocodilo verde". Explica a própria no filme de apresentação do festival que a história do crocodilo nasceu porque Cuba é “em forma de um crocodilo de olhos fechados, que se abrem para ouvir as histórias”.

Histórias deste e de outros tempos é o que trazem outras peças, como a encenação do franco-português Emmanuel Demarcy-Mota, director do Théâtre de la Ville. Casimiro e Carolina de Odon von Horvath é um texto “extremamente actual”, diz Benite, escrito nos anos a seguir a uma crise económica que não é a de hoje, mas a de 1929. Com a crise, a falência dos mecenas e a reflexão sobre “para que serve a arte, se não para gastar dinheiro (como pensam os mecenas)” num texto, inspirado de "O meu último suspiro de Buñuel", escrito e encenado por Jorge Silva Melo, uma meditação sobre a velhice e o esvaziamento do fim da vida.

Além de participar em "Dança da Morte2 de Ana Zamora, Luís Miguel Cintra regressa a As 10 canções de Camões, “para as entender com o público” como diz no vídeo de apresentação. O fado de Aldina Duarte mistura-se com oito instrumentos num espectáculo com direcção musical da coreógrafa Olga Roriz para quem era importante “perceber que outras vivências o fado pode ter”. Entre muitos outros espectáculos, o encenador alemão Matthias Langhoff adapta Shakespeare em "Cabaret Hamlet", “uma visão tridimensional” do texto de Hamlet, diz no filme de apresentação António Mega Ferreira, do Centro Cultural de Belém, onde será apresentado o espectáculo.

27ª edição Festival de Almada decorre de 4 a 18 de Julho de 2010.

Programa

Cortesia de O Público

Festival de Poesia de Vila Nova de Foz Côa

O Festival de Poesia de Vila Nova de Foz Côa inicia-se hoje, às 19 horas, com um programa vasto que inclui intervenções poéticas no meio do rio Douro.

A jornada poética vai decorrer a bordo do barco rabelo Senhora da Veiga, atracado no cais fluvial do Pocinho. Os poetas Amadeu Baptista, Maria Estela Guedes e Fernando Castro Branco vão protagonizar o Ciclo de Leituras Instáveis, partilhando com os presentes vários poemas de sua autoria.

Um dos momentos altos da sessão é a leitura de poemas de Fernando Pessoa, extraídos da "Mensagem", declamados pelo actor João d'Ávila.

A abertura ao público do evento está marcada para as 10.30 horas, com oito exposições plásticas que integram a 1ª Mostra de Arte Contemporânea do Côa e Douro Superior. As exposições têm lugar não só em Foz Côa, mas também nos muncípios vizinhos de Trancoso e Mêda. Director e fundador do festival, Jorge Maximino sublinha que a mostra de arte contemporânea "consolida uma iniciativa anual de criação e programação ancorada nos quatro concelhos (Foz Côa, Trancoso, Mêda e Miranda do Corvo) em parceria com os municípios, por forma a valorizar o seu património e a promover o seu desenvolvimento cultural".

Cortesia de JN

Poeta Nuno Guimarães representa Portugal no 46º Festival de Poesia da Lituânia

Denominado "A primavera da Poesia", este é o mais antigo festival de poesia da Lituânia e um dos mais antigos do mundo, tendo sido criado em 1965.

Hoje, em declarações à Lusa, Nuno Guimarães, que se encontra na Lituânia há quase seis anos, afirmou que recebeu com "surpresa" o convite para representar Portugal no festival.

"É um convite que muito me honra", disse o poeta/professor, acrescentando que o seu nome começou a surgir na comunicação social local depois de alguns dos seus poemas publicados nos dois livros que tem editados serem traduzidos para lituano.

Segundo referiu, esta informação chegou à organização do festival, que analisou, então, os seus trabalhos.

Nuno Guimarães participará, de quinta feira a domingo, no festival destacando-se a presença numa conferência onde abordará o tema "A presença do mar na nossa poesia".

Além de Portugal, o festival conta com presença de poetas da Letónia, Polónia, Rússia, Geórgia, República Checa e Síria.

A programação deste festival compreende leitura de poesia e encontros com escritores lituanos e poetas de outros países.

Nuno Guimarães é leitor do Instituto de Camões nas universidades de Vilnius e Vytautas Magnus, em Kaunas.

O português é ainda assessor cultural na embaixada portuguesa da Lituânia.

O seu percurso profissional deu, contudo, uma reviravolta grande, uma vez que é formado em engenharia civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

"Consegui fazer o que todos ambicionam na vida, que foi transformar o meu hobby na minha atividade principal", salientou Nuno Guimarães, em declarações à Lusa.

O poeta largou a engenharia em 2006 para exercer as funções de leitor de português naquela universidade lituana.

A propósito deste festival da primavera, foi já publicada uma antologia com poemas dos cerca de 100 autores participantes, sendo que Nuno Guimarães conta com três poemas traduzidos/interpretados por Irma Vitukynaite.

Nuno Guimarães disse ainda que descobriu que os lituanos "são muito ávidos" por Portugal, considerando que são algumas semelhanças entre os dois países que suscitam este interesse.

Apontou a dimensão dos dois países, o catolicismo vigente e um período histórico muito similar relacionado com os descobrimentos, sendo que Portugal fez conquistas por mar enquanto os lituanos as fizeram por terra.

Cortesia de DNArtes

7º Festival Mundial de Poesia da Venezuela

A 7ª edição do Festival Mundial de Poesia da Venezuela, que inicia hoje, prestará homenagem ao venezuelano William Osuna e percorrerá todas as regiões do país.

Embora o festival tenha sido inaugurado no domingo (23), a cerimônia de abertura será realizada nesta segunda-feira (24), terminando no dia 29 de maio.

O evento contará com a presença do poeta brasileiro Floriano Martins, que será membro do júri do 1º Concurso Nacional de Poesia do festival.

O Ministério da Cultura venezuelano assinalou que se trata de uma "festa da palavra" e que "a poesia é uma aliada substancial e insubstituível em tempos de Revolução".

Entre os poetas convidados, destaca-se Derek Walcott, Prêmio Nobel de Literatura de 1992, considerado uma "grande voz do Caribe e do mundo".

Os organizadores também confirmaram a presença dos poetas Marcos Silber (Argentina), Austin Clarke (Barbados), Jorge Campero (Bolívia), Malú Urriola (Chile), Álvaro Miranda (Colômbia), Jeanette Amitt (Costa Rica) e Sigfredo Ariel (Cuba).

O Concurso Nacional de Poesia premiará o vencedor com 10 mil bolívares (US$ 2.326) e com a publicação do livro.

Além do brasileiro Floriano Martins, o júri desse prêmio é integrado pelos poetas Rei Berroa (República Dominicana) e William Osuna (Venezuela), o homenageado do evento.

Cortesia de Terra

Solta o poeta que há em ti! - 2º Concurso Poetry Slam

Depois do sucesso do primeiro concurso em Junho de 2009, o FESTIVAL SILÊNCIO! volta a lançar o repto a todos os poetas urbanos: o conceito é simples, basta escolher um tema, tratá-lo de forma crítica e espirituosa, adicionar algumas rimas e declamá-lo de forma dramática no espaço de três minutos no palco do MUSICBOX.

Considerado uma das mais recentes e cosmopolitas tendências da noite das grandes capitais, o Poetry Slam tem alcançado enorme sucesso nos bares de Berlim, Nova Iorque, Paris ou Londres. O conceito é simples: basta escolher um tema, tratá-lo de forma crítica e espirituosa, adicionar algumas rimas e declamá-lo de forma dramática no espaço de três minutos no palco de um clube. Emblema da cultura urbana, este novo movimento dá primazia à palavra e aos poetas e convoca todos aqueles que queiram exprimir e transmitir a sua arte através da palavra dita.

Inscrição

6º Festival Poesia Encenada do Sesc

A sexta versão do Festival Poesia Encenada do Sesc acontecerá entre os dias 18 a 21 de maio. O evento além de contar com a encenação das poesias classificadas traz em sua programação exposições, oficinas, cinema e performances teatrais. Concentrando diversificadas atividades culturais, o Sesc, através do festival, proporcionará ao público durante os dias do evento, momentos singulares de contato com as artes. O Festival homenageará a escritora Clarice Lispector e todas as atrizes que já lhe reverenciaram, como a atriz Beth Goulart, que atualmente a interpreta nos palcos.

Na noite de abertura, terça-feira(18), ás 18h30, na área de Lazer do Sesc, a atriz Cely Farias, do Grupo de Teatro Graxa, apresentará a performance “O Eterno e o provisório”, baseada nas obra de Marcus Alves, que terá seus poemas expostos na Parede Poética. Na mesma noite a Trupe Arlequim homenageará o cantor e compositor Chico Buarque de Holanda com a performance “Divina”, baseada em Beatriz, obra do compositor em parceria com Edu Lobo. Logo após as performances começarão as apresentações das poesias selecionadas para a 1º noite do Festival Poesia Encenada.

A segunda noite, quarta-feira(19) terá em sua abertura às 18h30, Zé Cazuza e outros poetas do Cariri. Na ocasião o poeta também estará lançando seu livro intitulado ”Poetas Encantadores do Cariri”, às 19h, na área de Lazer do Sesc. O lançamento acontecerá simultaneamente às apresentações das poesias selecionadas para o segundo dia do evento.

No dia 20/05 às 15h acontecerá um debate sobre as Poesias e encenações apresentadas, para esse debate estarão presentes poetas, atores e outros personagens do cenário cultural. Às 18h30 Tereza Laurêda Ventura apresentará a performance “Palavras e Emoções”.

Cinema, Exposição e Oficinas

As sessões de cinema do Poesia Encenada acontecerão sempre as 12h e as 18h, de 18 a 20 de maio. As sessões intituladas Cinema, Poesia & Encantamento exibirá filmes como Transubstancial, de Torquato Joel e Recife/Sevilha, de João Cabral de Melo Neto.

As esculturas de Silvio Feitosa e as telas de Carlos França, estarão abertas a visitação das 8h às 22h durante todos os dias do Festival. Sensualidade e irreverência são características que poderão ser apreciadas nas esculturas de Silvio Feitosa e Lúdicidadde e esperança marcam as obras de Carlos França.

A programação também inclui oficinas técnicas que objetivam a capacitação dos profissionais. A oficina de Voz, canto e Interpretação, minitrada por Kleiton D’Araújo acontecerá na quarta-feira (19) e a oficina “Descondicionamento do olhar: Desconstruindo o automatismo e o lugar-comum", ministrada por Virgínia Mélo acontecerá dos dias 18 a 21 de maio.


Programação:

PAREDE POÉTICA

19 a 21 de maio | Palco da área de Lazer

“O ETERNO E O PROVISÓRIO” - Mostra de poemas de Marcus Alves

Arte: Juliana Alves

Apresentação: Antônio Mariano

PERFORMANCES

18/05 | 18h30 | Arena

*

Cely Farias em “O Eterno e o Provisório”, baseado na obra de Marcus Alves *

Homenageando Chico Buarque com Lunáticos Acrobáticos / Trupe Arlequim

19/05 | 18h30 | Arena

*

Zé de Cazuza e outros poetas do Carirí

20/05 | 18h30 | Arena

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Palavras e Emoções - Tereza Laurêda Ventura

EXPOSIÇÕES: “POETICIDADE - CORES E FORMAS“

19 a 21 de maio| visitação das 8h às 22h

Carlos França -

Um dos talentos surgidos no interior da Paraíba nos anos recentes expõe sua primeira individual no SESC/CENTRO, apresentando ao grande público obras representativas de várias fases de sua carreira.

Sílvio Feitosa

Um misto de sensualidade angelical embutida num voo irreversível do escultor rumo aos ateliês e demais espaços culturais. Estamos diante de visões contagiantes e ousadas. Trata-se de um artista que surgiu no cenário cultural da PB nos anos recentes para causar júbilo e respeito.

LANÇAMENTO

19/05 | 19h | Área de Lazer

Livro: Poetas Encantadores do Carirí, de Zé de Cazuza

CINEMA, POESIA & ENCANTAMENTO

18/05 | 12h e 18h| Miniauditório

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Recife/Sevilha – Dir. João Cabral de Melo Neto *

Transubstancial – Dir. Torquato Joel de Lima

19/05 | 12h e 18h| Miniauditório

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Meu Nome é Paulo Leminski – Dir. Cezar Migllorin *

A João Guimarães Rosa – Dir. Roberto Santos e Marcelo Tassara

20/05 | 12h e 18h| Miniauditório

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A Moça que Dançou Depois de Morta – Dir. Itálo Cajueiro *

Poeta de Sete Faces – Dir. Paulo Thiago

OFICINAS

19/05 | 15h30 às 17h | Miniauditório

Voz, canto e Interpretação

Ministrante - Kleiton D’Araújo (Cantor Lírico / Preparador Vocal)

A voz instrumento essencial para a execução da narrativa auditiva e musical, é composta de elementos técnicos básicos para sua execução plena. Assim, esta oficina pretende trabalhar a técnica vocal (respiração, apoio, projeção, dicção e interpretação) especifica para a utilização da voz no seguimento teatro-musical.

18 a 21/05 | 8h às 12hs | Miniauditório

Descondicionamento do olhar: Desconstruindo o automatismo e o lugar-comum" Ministrante - Virgínia Mélo (Pesquisadora)

A oficina pretende oferecer novos olhares nos processos criativos da imagem, por meio de trabalhos práticos, que auxiliam a percepção aguçada de elementos visuais e liberta com mais propriedade a poética visual e seus usos nos diversos gêneros fotográficos.


POESIAS SELECIONADAS PARA ENCENAÇÃO

1ª Noite - 18/05 (Terça-Feira):


1- Brasil – Paulo de Ornilo (Condado)

2- À Mercê – Djane Barros

3- Sonho Principesco – Geovane Trajano

4- Brasil Brasil – Rita Dandara

5- Andor – Adeildo Vieira

6- Quiçá – Michel Costa

7- Casal – Francisca Vânia Nóbrega

8- Dédalo – Ana Amélia Apolinário

9- Fragmentos – Yordan Rodrigo

10 - Sertanidade – Carlos Cavalcanti

11- Vida – Gilson Nascimento

12- A Luz da Minha Cidade – Ranieri de Araújo

13- Veneno – Angélica Lemos

14 – Início – Fim – Fausto Costa

15 – R. Ciclo – Chico Viola

16 – Perguntas – Quelyno Souza




2ª Noite – 19/05 (Quarta-Feira):

1- Severina é a sua História - Elisa Cavalcanti

2- Algo a Pensar – Laudicéia Castro

3- O Perfume da Alma – Izaquew Nascimento

4- Amar e o Mar – Leandro Valentim

5- Umano – Daniel Porpino

6- Sobre o Silêncio – Pedro Osmar

7- Xícara de Chá, Colher de Açúcar – Valmir Neves

8- Quem Será – Fátima Peixoto

9- Carneiros – Michel Costa

10- Movimento – Larissa Santana

11- Discurso Distorcido – Priscila Six

12- Laura e o Tempo – Williams Muniz

13- Definitivo – Sílvia Letícia

14- Ator – Sandra Duarte

15- Em Paz – Jeovan Cordeiro

16- Abraço na Alma – Rodrigo Emanuel Apolinário

DEBATES POESIA E ENCENAÇÕES | 20/05 | 15H | SALA DE REUNIÕES

Com Ingrind Trigueiro, Palmira Palhano, Leo Viana, Antônio Mariano, Políbio Alves, Heriberto Coelho, Cristina Guedes, Elionaldo Varela e Socorro Xavier.

Cortesia de PB Agora

Festival Tordesilhas - Poetas de Língua Portuguesa

O Festival Tordesilhas — Poetas de Língua Portuguesa, que acontecerá entre os dias 5 e 7 de Maio de 2010, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, é um encontro internacional que reunirá poetas novos e consagrados do Brasil, Portugal e África para um ciclo de palestras, debates, recitais e performances, com o objetivo de ampliar o diálogo entre os autores dos países da comunidade de língua portuguesa.

Entre os temas abordados no encontro estão os seguintes: “A poesia de língua portuguesa na era da globalização”, sobre a repercussão das literaturas escritas em nosso idioma na nova ordem internacional; “O diálogo literário entre Brasil e Portugal”, e “A poesia contemporânea de língua portuguesa em países africanos”. O evento, que tem a curadoria dos poetas brasileiros Virna Teixeira e Claudio Daniel, contará também com recitais, performances, lançamentos de livros e revistas de editoras brasileiras e portuguesas.

A primeira edição do Festival Tordesilhas foi realizada em 2007, em São Paulo, também com curadoria de Virna Teixeira e Claudio Daniel, e contou com cerca de 25 convidados estrangeiros ibero-americanos, entre eles o uruguaio Roberto Echavarren, a argentina Tamara Kamenszain, os espanhóis Adolpho Montejo Navas e Joan Navarro e a mexicana Coral Bracho, para citar alguns. O festival reuniu também poetas de vários estados do Brasil. 

Festival Indo-Português integra a 13ª edição do «East West Encounter»

O Festival Indo-Português, integrado na 13ª edição do «East West Encounter» de Bangalore, prossegue no dia 20 de Março com a inauguração da exposição «A Arte do Azulejo em Portugal» e com a realização de conferências sobre a Literatura Portuguesa Contemporânea asseguradas pelos escritores portugueses José Luís Peixoto e Luís Filipe Castro Mendes. Ambos os eventos terão lugar na Chitra Kala Parishat em Bangalore.

Durante as palestras haverá lugar para alguns momentos de recitação de poemas, antecipando-se a celebração do Dia Mundial da Poesia e na sequência da Maratona de Leitura realizada na Universidade de Goa no dia 19 de Março, uma iniciativa do Departamento de Português em articulação como Centro de Língua Portuguesa/Instituto Camões de Goa.

Cortesia de IC

10º Festival Al-Mutamid celebra o rei poeta

A cidade de Loulé volta a estar na rota do Festival de Música Al-Mutamid e este ano o evento arranca mesmo no Convento de Santo António, dia 16 de Janeiro, pelas 21h30, com um espectáculo do grupo Beth Nahrin, que irá trazer músicas do Magrebe e Médio Oriente.

Mesopotâmia (do antigo aramaico Beth Nahrin “Entre rios”) é o nome pelo qual é conhecida a Zona do Próximo Oriente entre os rios Tigre e Eufrates e que coincide aproximadamente com as áreas não desérticas do actual Iraque.

Beth Nahrin é também o nome de um grupo de música que tem como referência o laudista e cantor iraquiano – Khalid Kaki.

Khalid e o grupo Beth Nahrin apresentam um programa baseado na música tradicional de Iraque que se inspira em poemas místicos da tradição árabe, persa e curda.

Khalid Kaki (oud árabe e voz) far-se-á acompanhar por Jawad Ibix (violino), Salagh Sabbagh (darbouka e deff), Luis Aalae (deff) e Sonia Alejandre (dança oriental).

O Festival de Música Al-Mutamid, que assinala dez anos de existência, pretende recordar o rei poeta Al-Mutamid, filho e sucessor do rei de Sevilha Al-Mutadid. Muhammad Ibn Abbad (Al-Mutamid) nasceu em Beja (1040) e foi nomeado governador de Silves com apenas 12 anos, tendo aí passado uma juventude refinada.

Em 1069 acedeu ao trono de Sevilha, o reino mais forte entre os que surgiram em Al-Andaluz após a queda do Califato de Córdoba.

Em 1088 foi destronado pelos almorávides e recluído em Agmat, a sul de Marrakech onde viria a falecer em 1095.

O seu túmulo, conservado até hoje, tornou-se símbolo dos mais belos tempos de Al-Andaluz.

Excelente poeta, “Al-Mutamid foi o mais lberal, magnânime e poderoso de todos os taifas de Al-Andaluz. O seu palácio foi a pousada dos peregrinos, o ponto de reunião de todos os engenhosos, o centro a donde se dirigiam todas as esperanças…” (Ibn Jaqan).

A música e a poesia acompanhavam em Al-Andaluz qualquer festejo. Os habitantes do sul de Al-Andaluz, em particular de Sevilha, eram elogiados pela sua habilidade na interpretação de vários instrumentos: o alaúde, a cítara, a harpa, a guitarra e as flautas.

Durante as festas nocturnas organizadas em Silves, Sevilha e outras cidades, oferecia-se aos convidados um espectáculo de canto e baile, ao som de uma orquestra formada por homens e mulheres.

Deste modo, o que se pretende com este Festival é dar a conhecer ao espectador o que foi a música andalusa, com actuações de grupos que se especializaram no resgate dos sons de Al-Andaluz: música árabe, em especial de Marrocos, e grupos que interpretam com esmero a rica tradição do oriente muçulmano, bem como peças do medievo e renascimento europeus.

Esta iniciativa visa resgatar e divulgar a música e a poesia que durante séculos inundou bazares, medinas e palácios, mas também responder a uma oferta turística dotada de peso cultural, complemento das ofertas tradicionais, dando a conhecer povoações e outros lugares de interesse que, por diversas razões, estão ligadas à civilização andalusa.

Cortesia de Barlavento

Passeio Literário Português anima Festival Internacional de Literatura de Montreál 2009

Um ‘passeio’ por autores portugueses vai literalmente animar o Festival Internacional de Literatura de Montreál, que decorrerá de 18 a 27 de Setembro, aproveitando o percurso criado na principal avenida desta cidade do Quebeque (Canadá) pela existência de um conjunto de bancos de rua dedicados a escritores de Portugal.

A paragem em cada um dos doze bancos – decorados com azulejos criados por artistas plásticos de Montreál de origem portuguesa – será o pretexto para falar dos autores portugueses aí evocados, que vão do século XIV ao presente, ou seja, de Dom Dinis a Gil Vicente, Luís de Camões, António Vieira, Bocage, Antero de Quental, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, José Saramago e António Lobo Antunes.

A realização de três passeios literários pelos 12 bancos em granito – peças de mobiliário urbano ao longo de quase um quilómetro do Boulevard de Saint Laurent, inauguradas a 25 de Abril passado, numa iniciativa da Câmara de Montreál – constitui a contribuição do Instituto Camões (IC) para a participação no Festival Internacional de Literatura (FIL) do European Book Club, uma organização que congrega institutos nacionais de cultura de países da União Europeia, segundo Luís Aguilar, leitor do IC na Universidade de Montreál.

«É a actividade que está a gerar mais expectativas», diz o docente, referindo que os institutos de outros países optaram por fazer participar no festival um autor nacional.

Em cada banco, a paragem será de cerca de dez minutos e a apresentação dos autores portugueses será feita por Vitália Rodrigues, assistente de Luís Aguilar no programa mineur de Língua Portuguesa e Literaturas Lusófonas, estando a logística assegurada pela empresa ‘Amarrages Sans Frontières’, que se dedica a dar a conhecer a quem visita a cidade a multiplicidade de comunidades que aí habitam.

Montreál é por excelência «a capital do multiculturalismo», na expressão de Luís Aguilar. E o Boulevard de Saint Laurent, com os seus 11,25 quilómetros que correm de norte para sul, outrora símbolo da divisão entre as populações de língua inglesa (a oeste) e de língua francesa (a leste), foi o ponto de referência escolhido por muitas comunidades para se fixarem. Ao longo da via aí se instalaram em bairros próprios judeus, chineses e italianos e, desde há 50 anos, portugueses, gregos, árabes e outros.

Foi nesta avenida, no troço do ‘bairro português’, que a edilidade de Montreal quis assinalar com uma «assinatura» – os bancos de rua – a presença da comunidade lusa, numa iniciativa da vereadora de origem portuguesa Isabel dos Santos, autarca pelo bairro do Plateau-Montreál, onde se inclui a zona mais portuguesa na cidade, e que foi responsável pela coordenação do projecto.

A opção pelos bancos dedicados aos escritores portugueses para assinalar a imigração lusa na cidade «não foi pacífica», diz Luís Aguilar, que participou enquanto representante do IC na comissão que fez a escolha e que depois foi «grandemente responsável» pela selecção das frases dos escritores inscritas nos bancos em traduções feitas por autores do Quebeque.

Havia quem preferisse um galo de Barcelos ou um Arco, mas no fim prevaleceu a ideia de uma «intervenção discreta», a terceira na cidade depois da chinesa e da italiana, diz o docente português.

Na escolha dos textos houve a preocupação de evitar frases de afirmação nacional, antes seguindo um «critério de abertura e humanismo que caracteriza a literatura portuguesa», refere Luís Aguilar. O acolhimento dos autores e dos textos foi ‘testado’ previamente, através, nomeadamente, da sua inclusão em provas de exame na Universidade de Montreal.

A frase que «mais impacto teve», inclusive entre os jovens, segundo Luís Aguilar, pertenceu a José Saramago, quando este escreveu que «uma língua que não se defende, morre», incluída num texto do Nobel da Literatura publicado em 2000 no Jornal de Letras.

No Quebeque francófono no meio de um mar inglês, é uma frase portuguesa que ganha um sentido muito próprio.

Cortesia de IC

Palavras-jazz na relva

No Jazz na Relva apresentam-se vários projectos, o primeiro dos quais é protagonizado pelo baterista e percussionista Jorge Qaije e pelo tubista Sergio Carolino.

Esta formação com bateria, percussão, electrónica e tuba, centra o seu trabalho na exploração sonora de ritmos e melodias na zona graves do registo sonoro.

No próximo dia 31, o Space Ensemble, formado por Gustavo Costa, João Tiago Fernandes, Henrique Fernandes, João Martins e Rodrigo Amado apresenta o seu trabalho "Spy Quintet", inspirado no álbum "Spy Vs Spy" (Elektra, 1989) no qual John Zorn, Tim Berne, Mark Dresser, Michael Vatcher e Joey Baron interpretam temas de Ornette Coleman.

No último dia do festival, 01 de Agosto, o Jazz na Relva pertence a Manuel d'Oliveira, acompanhado por Paulo Barros ao piano e Zé Maria nos saxofones, num concerto em que serão revisitados temas de "Ibéria" e "Amarte", os seus dois trabalhos discográficos.

No Palavras na Relva, o primeiro dia abre com o escritor valter hugo mãe (vencedor do Prémio José Saramago), que é também vocalista do grupo Governo, que integra Miguel Pedro e António Rafael (ambos dos Mão Morta) e Henrique Fernandes (dos Mécanosphère).

Valter hugo mãe apresenta-se com o performer e poeta Tiago Gomes, letrista dos grupos A Naifa e Linha da Frente, vocalista e letrista do grupo Os Inspectores e editor da revista Bíblia.

Completa o elenco deste espectáculo Isaac Ferreira, membro fundador do colectivo poético Caixa Geral de Despojos, colaborador regular das Quintas de Leitura (do Teatro Campo Alegre, Porto) e coordenador da poesia nos "Ciclos de poesia e música" e nos "Encontros de Mário Cesariny", na Fundação Cupertino de Miranda.

A 31 de Julho, actua o Colectivo Silêncio da Gaveta, descrito como "uma trupe de saltimbancos das palavras, intérpretes sem trono dos afectos" que há dez anos realiza sessões de poesia em bibliotecas públicas, auditórios municipais, feiras do livro, encontros literários, galerias de arte, bares e emissões de rádio.

Este grupo tem desenvolvido uma linguagem poético-musical própria em que os ritmos e harmonias, a expressividade da palavra, o recurso de elementos cénicos e plásticos se fundem, quebrando o espartilho classicista do dizer poético.

A sua actual formação é constituída por: João Rios - (leituras), José Peixoto (guitarra), Tiago Pereira (violino) e Fátima Fonte (piano).

A 01 de Agosto é a vez do projecto poético-musical Mana Calórica, nascido em 2006, que alia a performance ao rock, ao punk e ao experimentalismo.

O grupo é constituído por António Pedro Ribeiro (voz), Rui Costa (guitarra) e André Guerra (guitarra).

Cortesia de DN

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