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4ª edição do Prémio Literário Irene Lisboa

Promovido pela Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos, podem participar neste concurso todos os cidadãos portugueses natos ou naturalizados e estrangeiros cuja situação de permanência no país esteja devidamente legalizada. Entrega de trabalhos até 31 de Maio de 2011.

http://www.wix.com/cjaleco/premios-literario-e-de-artes

«Poems from the portuguese»

Está online desde o início do ano o site www.poemsfromtheportuguese.org que publica tradução inglesa de poesia escrita neste século por poetas portugueses vivos.

Cada poeta é sugerida/o por outra/o poeta participante que a/o apresenta num pequeno texto. Esta cadeia significa que outros poetas continuam progressivamente a ser adicionados. Será destacado um poeta em cada mês: ou porque participa pela primeira vez, ou porque manda novos poemas para a sua página.

Deste modo, são os próprios poetas que mantêm a dinâmica do site.

Esta iniciativa surgiu a partir de uma ideia de Guilherme d'Oliveira Martins, Presidente do Centro Nacional de Cultura e é da responsabilidade de Ana Hudson.

Cortesia de CNC

Entrevista com Lee Chandong realizador de «Poesia»

Poesia, o filme coreano que conquistou o prémio de argumento em Cannes, realizado por um homem das imagens preocupado com a sobrevivência das palavras.

A história de uma avó que procura beleza em todo o lado mas está rodeada pela rudeza insuportável da realidade. De uma velhota simpática e tonta, que fala e olha demais e que procura pela primeira vez na vida escrever um poema mas as palavras já lhe vão sendo roubadas pelo Alzheimer. Poesia, um filme coreano onde a delicadeza e a brutalidade se tocam sem melodramatismos, chega finalmente a Portugal. O premiado realizador, Lee Changdong, argumentista, romancista e ex-Ministro da Cultura e do Turismo da Coreia do Sul, falou à VISÃO sobre palavras e incomunicação, sobre a decadência da poesia e deum certo tipo de filmes, e sobre as medidas proteccionistas coreanas que contribuem para manter o cinema coreano no mapa internacional.

Entrevista:

FINAL CUT: O seu filme insiste muito na questão da poesia como algo em vias de extinção... Pode dizer-se que a avó (a extraordinária atriz Yun Junghee) encarna a poesia e busca a beleza das coisas nas roupas garridas que veste, nos pássaros, nas ameixas, nas flores, mas está a desvanecer-se aos poucos e a perder a memória? Acha mesmo que a poesia vai morrer?


LEE CHANGDONG: Penso que as pessoas escrevem cada vez menos poesia e lêem-na cada vez menos. Parece-me que os alunos aprendem poemas na escola como se aprendessem palavras arcaicas e que, na vida quotidiana, os poemas existem apenas na publicidade. Isto acontece também no cinema.

Quem terá uma morte mais súbita, a poesia ou o cinema?

Alguns filmes ainda estão a ser consumidos em grande quantidade. Alguns filmes que gostava de produzir e de ver tornam-se cada vez mais difíceis de encontrar. Agora, estes filmes não circulam em 'supermercados' e são como um objecto raro que podemos comprar numa feira da ladra que se realiza uma vez por ano. A feira da ladra é o festival de filmes. Nestas circunstâncias, acha que vale a pena medir pulsações para ver quem vai morrer primeiro?

Pensa que este sentimento em relação à poesia como uma coisa para loucos, sonhadores, com os pés pouco assentes na terra é algo de universal? Em Portugal, houve um candidato a presidente da Republica e muita gente comentava depreciativamente "mas é um poeta"... Pelo facto de também ter sido político ligado à arte sentiu esta espécie de desconfiança ou preconceito?

Acho que os coreanos têm uma dualidade de pensamento sobre os poemas. Se um político escrever bem poemas na Coreia, ganhará mais crédito. Mas se um poeta se tornar político, as pessoas irão rir-se. Não sei se haverá também esta dualidade de atitudes noutros países? As pessoas dizem que os poemas devem ser respeitados, que são valiosos mas por outro lado desprezam-nos dizendo que não enchem barrigas.

É ao mesmo tempo comovente e cruel assistir a alguém a tentar escrever o seu primeiro poema na vida e encontrar as palavras justas, quando descobre que tem Alzheimer e já começa a esquecer-se das palavras mais óbvias...

Essa é exactamente a ironia da vida. A vida é algo que tem de se ganhar e algo que tem de se perder. Escrever poemas também é a mesma coisa. Escrever poemas é descobrir beleza, mas ela não existe por si só. Tal como existe luz e escuridão, a beleza coexiste com sujidade, fealdade e sofrimento.

O filme põe em confronto diferentes tipos de alheamento. O da velhota que vai perdendo a memória porque tem Alzheimer. O do adolescente, alienado pela televisão e jogos de computador. O do velhote acamado que quer a ilusão de ter sexo. Todos aquele pais mais preocupados em resolver o crime dos filhos mais através do dinheiro do que com a ética...

Adicionalmente, podemos dizer que a Mija, a personagem principal, é marginalizada pelo mundo. Ela não tem uma amiga íntima e não tem empatia pelo neto com quem vive. Ela também não sente empatia pela filha com quem está sempre a comunicar pelo telefone, apesar de lhe chamar eterna amiga. A sua pureza de criança é tratada ainda como uma imprudência estranha no mundo sofisticado.

Também considera, tal como diz o professor de poesia, que para saber criar o principal é saber olhar?

As palavras do poeta representam de algum modo os meus pensamentos. Como olhar para o mundo? Isso é essencial para escrever poemas e produzir filmes. Os filmes mostram o mundo pelos olhos dos espectadores. Mas como é que os filmes que produzimos mostram o mundo aos espectadores?

A poesia também não pode ser uma forma de nos alhearmos da realidade - no bom sentido da expressão?

Acredito que os bons poemas nos mostram as coisas, para além da realidade e do mundo. Isso não é fugir ou afastar-se da realidade e do mundo, é em vez disso, entrar dentro deles.

O seu filme contém uma parte quase documental em que uma série de pessoas nos falam do seu conceito de felicidade. Se para uns é o amor, ou o nascimento dos filhos para outros pode ser mudar de apartamento para um andar superior...

O modo de sentir a beleza varia de pessoa para pessoa. O professor que ensina poemas no filme queria que cada aluno o contra-interrogasse sobre o que sentem pelo belo na vida deles. Mija, a personagem principal, conta a primeira memória da sua vida.

A memória de quando ela andou, e deu o primeiro passo no mundo... E ela está agora a perder as memórias da sua vida.

Enquadra sempre a televisão de costas para nós, de forma a que o adolescente fique quase a fitar a câmara, mas ao mesmo tempo, com um olhar distante e ausente?

Criei a cena em que o Wooki está a ver televisão à noite, jantando à mesa e a Mija está de pé atrás dele, e a olhar para ele. Esta cena demonstra a sua relação com o neto e é uma cena simbólica que mostra a lacuna entre as gerações do nosso tempo. Isso é constituído pelo chamado triângulo ortodoxo e há uma televisão no meio de toda a cena (claro que não podemos ver o écrã). Parece-nos que o miúdo só está interessado em ver televisão. A avó, afastada, está a olhar para as costas dele. Essa é a forma como a televisão contribui como modo de comunicação entre as gerações do nosso tempo.

Porque é que ela concede o desejo sexual ao velho, humilhando-se? Por compaixão, por calculismo ou por alguma relação com a violação em que o grupo do neto está envolvido?

Na cena anterior ela está de pé, na ponte em que a menina se atirou, olhando para baixo, para a água que corre. E está a pensar profundamente em algo, sentada debaixo da ponte à chuva. Esta cena é o ponto de viragem para ela e para o filme. Em que terá pensado? Talvez tivesse pensado no desejo sexual de um macho imaturo que não se responsabiliza e no desejo sexual de um macho velho que agora se tornou impotente e que suplica por desempenhar pelo menos uma vez o papel do homem. E ela visita o velho. Mas ninguém sabe porque é que ela teve aquele comportamento. Isso é algo que não se pode explicar

Há um sentido sacrificial que funciona como um paralelismo ... Ela denuncia o neto que violou mas deixa-se violar pelo velho... E no final, há uma espécie de transferência de personalidades, quando a velhota assume o destino fatal da rapariga...

Ou seja, aquilo é compaixão pelo sofrimento dos outros. Normalmente é fácil pensarmos que o sofrimento dos outros neste mundo não tem nada a ver connosco, no entanto os sofrimentos estão interligados. O sofrimento da mãe palestiniana que chora pela perda do filho (é apresentado na primeira parte do filme através de uma notícia de televisão numa cena no hospital) está ligado ao de uma mãe coreana.

Essa velhota é uma pessoa demente mas é a única que tem a lucidez de perceber que há uma vítima que está ser transaccionada por dinheiro...

Ela também é uma figura única que tem uma determinação ética. O enredo escondido deste filme, na verdade, está ém seguir a sua opção ética. É claro que tentei não mostrar directamente a opção dela, porque queria que os próprios espetadores a avaliassem. Claro que deixei várias pistas. Por exemplo, comprar a pizza ao menino como se fosse a última ceia, dar-lhe banho e cortar-lhe as unhas dos pés....

Ao contrário de Portugal e de tantos outros países, a Coreia do Sul tem uma cinematografia sólida e muito apoiada oficialmente. Pode explicar-nos como isso funciona?

Existem várias políticas para incentivar a indústria cinematográfica e também há uma instituição chamada Conselho de Promoção Cinematográfica na Coreia. Mas acima de tudo, a razão pela qual a indústria cinematográfica da Coreia pôde manter o seu dinamismo deveu-se ao sistema de quotas de tela, para que os filmes coreanos não entrassem em declínio com a ofensiva quantitativa dos filmes de Hollywood. Por isso a Coreia pôde permanecer como um dos raros países do mundo onde os filmes coreanos são produzidos a pedido do mercado. Mas a quota da tela tornou-se impotente devido à sua redução há alguns anos. No entanto os filmes coreanos ainda estão a competir contra os filmes de Hollywood. Até quando conseguirão? Ninguém o sabe.

Cortesia de Final Cut

Pedro Tamen vence Grande Prémio de Poesia da APE

O escritor Pedro Tamen venceu o Grande Prémio de Poesia 2010 da Associação Portuguesa de Escritores (APE)/CTT com a obra de poesia “O Livro do Sapateiro”, editado no ano passado pela D. Quixote.

O galardão, actualmente no valor de cinco mil euros, foi instituído em 1989, tendo já distinguido, entre outros, Eugénio de Andrade, António Ramos Rosa, Natália Correia, Fernando Echevarria, Fernando Guimarães, Manuel Gusmão, Gastão Cruz, Manuel António Pina, José Agostinho Baptista, Ana Luísa Amaral e Fiama Hasse Pais Brandão.

Segundo o comunicado da APE, o júri do prémio, constituído por Ana Marques Gastão, Fernando J. B. Martinho e Francisco Duarte Mangas, decidiu, por maioria, premiar Pedro Tamen.

A cerimónia de entrega do prémio ainda não foi divulgada.

Esta é a segunda vez que o escritor é distinguido com esta obra, depois de em Fevereiro ter vencido o premio Correntes d’Escritas, no valor de 20 mil euros.

Cortesia de O Público

non nova sed nove celebra 20 anos

Encontro marcado para as 18 horas do dia 30 de Abril, no café Porto Bello, largo nª srª nazaré, 25, Sítio da Nazaré para celebrar os vinte anos de encontro e poemas. Ler-se-á poesia de Fabiano Donato Leite (Brasil), Fernando Guerreiro, Henrique Manuel Bento Fialho, Jaime Rocha, Jorge Velhote, José Carlos Freitas (Brasil), Miguel Martins, Rui Almeida, Rui Tinoco, Sílvia C. Silva, Vitor Vicente e Wellitania Oliveira (Brasil).

http://emdeliriohavinteanos.blogspot.com

Faleceu o poeta chileno Gonzalo Rojas

O poeta chileno Gonzalo Rojas, prémio Cervantes de Literatura 2003, morreu esta segunda-feira na sequência de um acidente vascular cerebral (AVC) sofrido em Fevereiro, informou a família. Tinha 93 anos.

Considerado um dos maiores autores latino-americanos, Roja recebeu ainda o Prémio Rainha Sofia da Espanha (1992) e o Prémio Octavio Paz do México (1998).

O escritor morreu por volta das 6 horas locais, 9 horas em Portugal, no hospital de Santiago para onde tinha sido transferido em Março para estar mais perto da família. Gonzalo Rojas vivia em Chillán, 400 quilómetros a sul da capital chilena.

O filho mais velho do poeta disse à AFP que o estado de saúde do pai inspirava muitos cuidados depois de ter sofrido um AVC.

“Foi realmente um privilégio para aqueles que puderam aprender a ver e a ler o mundo com ele”, acrescentou Gonzalo Rojas-May.

Entre as suas obras, estão "A miséria do homem", "Contra a morte" e "O que se ama quando se ama”.

Rojas serviu ainda como diplomata na China e em Cuba durante o mandato do presidente democraticamente eleito Salvador Allende e até ao golpe militar de 1973 que colocou Augusto Pinochet no poder no Chile, tendo vivido exilado durante vários anos.

Cortesia de O Público

Poemália – Talento: Prosa & Poesia – Dá a conhecer a tua escrita!

Tens entre 9 e 99 anos? Gostas de escrever ou de ler em voz alta? Então envia dois textos originais ou dos teus escritores preferido para 'Poemália – Talento: Prosa & Poesia', mais uma iniciativa do projecto 'Bairro dos Artistas' que irá decorrer entre 14 de Abril e 14 de Maio.

A Poemália está a organizar um evento na Bertrand Forum Barreiro, onde tu serás o convidado principal.

Contamos contigo!

Dados pessoais necessários: Nome, idade, profissão, número de telefone ou de telemóvel e email. Os participantes seleccionados serão contactados em Maio.
Envia por email (poemaliatalento@gmail.com) ou entrega nos seguintes locais (parceria): Bertrand Forum Barreiro, Casa de chá Quaz'arte ou no Espaço J- Gabinete da Juventude.

Cortesia de Jornal do Barreiro

Bíblia & Poesia

Álvaro de Campos chamou à Bíblia «coisa curiosa» e a classificação é certeira. Livro sagrado para crentes de mais de uma religião, super clássico da literatura, chave de decifração do pensamento ocidental, objecto interminável de recepção, estudo e curiosidade, eis a Bíblia.

Escrita numa gramática singularíssima, abarca géneros tão meticulosos e díspares que, por si só, representam um desafio colossal a qualquer leitor. Ela pode ser tomada como cancioneiro, livro de viagens, memórias de corte, antologia de preces, cântico de amor, panfleto político, oráculo profético, correspondência epistolar, livro de imagens, texto messiânico.

A Bíblia continua a ser um texto, claro. Mas também, e de um modo irrecusável, constitui hoje um metatexto, uma espécie de chave para a decifração do real. Da filosofia às ciências políticas, da psicanálise à literatura, da arquitectura explícita das cidades ao desenho implícito dos afectos, da arte dita sacra às formas sonoras da expressão: a Bíblia é um parceiro, voluntário ou involuntário, nessa comunicação.

14 de Abril
18h00 – 20h00
Bíblia & Poesia
O que sabe a Bíblia sobre a palavra – João Lourenço (Teólogo); Moderador: Luís Marques
Os Poetas abrem a Bíblia – mesa-redonda com os poetas Adília Lopes, Armando Silva Carvalho, Mário Avelar, Pedro Braga Falcão; Moderador: José Tolentino Mendonça

Entrada livre.
Parcerias:
CERC – Centro de Estudos de Religiões e Culturas / Universidade Católica Portuguesa
IFCU / FIUC – International Federation of Catholic Universities
Casa Fernando Pessoa

Cortesia de CFP

VOLTE-FACE: Procuro o Teu Nome



Os VOLTE-FACE apresentam o seu novo video-poema intitulado Procuro o Teu Nome.

Frágil dedica serões de quinta-feira à poesia

O Frágil volta a dedicar um mês à poesia, uma iniciativa que começou em 2007, e que tem acontecido sempre em Março, quando se celebra, no dia 21, o Dia Mundial da Poesia. Mas ao contrário dos anos anteriores, este ano a iniciativa está agendada para o mês de Abril.

“Poesia é sempre importante em qualquer altura do ano, e no mês de março há muitas iniciativas. A nossa ideia foi diversificar”, disse Carolina Quadros, do Frágil.

Poemas de Luís Carvalho, lidos pelos actores Filomena Cautela, João Reis e Ivo Canelas e o músico JP Simões, abrem esta quinta-feira o ciclo “Abril, Palavras Mil”.

Até ao final do mês, no bar ouvir-se-ão ainda as palavras dos poetas Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e José Bação Leal, sempre às quintas-feiras a partir das 22:30.

“Através de iniciativas como esta fazemos a diferença face ao estado lastimável em que se encontra o Bairro Alto”, salientou a empresária que criticou “as ruas tornadas bares, e pagar-se o preço de manter uma casa de porta fechada, além das taxas legais”.

Cada leitura encenação é acompanhada por música criada propositadamente. Assim, na próxima quinta-feira Francisco Leal e Vítor Rua acompanham Filomena Cautela, João Reis, Ivo Canelas e JP Simões, seguindo a noite com DJ Vítor Silveira.

“A escolha dos poetas esteve a cargo de cada um dos convidados que participam por amor à palavra, sem qualquer cachet”, disse Carolina Quadros.

Na quinta-feira seguinte, dia 14, o actor Rui Morrison lerá Alberto Caeiro, acompanhado por música composta por Rodrigo Leão e que será interpretada pelo próprio, por Bruno Silva, Carlos Tony Gomes, Celina da Piedade e Viviena Tupikova. A noite segue com a música escolhida pelo DJ Jorge Caiado.

“Inicialmente tínhamos até pensado fazer as quatro noites dedicadas a Fernando Pessoa e aos seus heterónimos, mas apostámos em que cada um dos participantes escolhesse e quisemos dar a conhecer poetas como Luís Carvalho e José Bação Leal”, afirmou Carolina Quadros.

José Bação Leal é o poeta escolhido para quinta-feira, dia 21, que será lido por outro poeta, Luís Carvalho, acompanhado pela música de João Guimarães.

“O José Bação Leal é um poeta que morreu muito novo, em 1965 em Nampula, durante a guerra colonial, mas não directamente devido ao conflito, que escrevia mas não guardava nada, quem guardou os seus poemas foi a mãe”, contou Carolina Quadros.

Álvaro de Campos, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, lido pela actriz Carla Bolito, encerra quinta-feira, dia 28 “Abril, Palavras Mil”. A música estará a cargo de Tó Trips e o resto da noite ficará a cargo do DJ Vítor Silveira.

Cortesia de O Público

Sophia de Mello Breyner Andresen - Uma Vida de Poeta

Tivemos o gosto de comissariar, a convite de Maria Sousa Tavares e da Biblioteca Nacional de Portugal, a exposição apresentada por ocasião da entrega do espólio de Sophia ao Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea.

Seleccionámos as peças que a compõem, a partir de uma pré-selecção feita por Maria Sousa Tavares. Trata-se de manuscritos de correspondência entre Sophia e família ou amigos, de poesia e de prosa, em cadernos e em folhas soltas, onde há textos rescritos, versões acabadas e outras de trabalho em curso ou simplesmente começadas; há também impressos, vários dos quais com emendas autógrafas, e fotografias.

Além destes documentos, indicativos da diversidade e da qualidade do espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen, a exposição contém outros conjuntos de objectos que os complementam. Por um lado, primeiras edições e uma escolha de edições ilustradas. Por outro, peças de artistas plásticos e de fotógrafos oferecidas a Sophia pelos seus autores e que em muitos casos ilustraram edições de livros seus. E, finalmente, insígnias recebidas por Sophia em sinal do reconhecimento público que por diversas vezes lhe foi testemunhado e que fica a fazer parte da sua história.

O princípio geral de ordenação das peças expostas e do catálogo que lhes corresponde é o da cronologia; mas este critério dominante não foi aplicado de maneira rígida, porque entendemos fazer associações sugeridas por considerações de outra ordem entre peças e documentos diversos: por exemplo, aproximámos versões de um mesmo texto escritas em diversos suportes e em momentos distantes entre si, ou estabelecemos nexos entre fotografias e escritos.

Esta exposição, tal como o catálogo que agora se edita, pretenderam ser uma aproximação à vida e à obra de Sophia, construída a partir do seu espólio. Esperamos ter, de algum modo, atingido esse objectivo.

EXPOSIÇÃO | 26 Janeiro - 30 Abril | Entrada livre

Paula Morão e Teresa Amado

Cortesia de BN

IX Edição dos Jogos Florais de Avis

Os IX Jogos Florais de Avis são uma iniciativa da AMIGOS DO CONCELHO DE AVIZ - ASSOCIAÇÃO CULTURAL, a que podem concorrer todos os cidadãos nacionais ou estrangeiros desde que se expressem em português, abrangidos pelo respectivo regulamento.

A data limite de envio dos trabalhos é dia 08 de Abril de 2011.


http://aca.com.sapo.pt/

Cortesia de Fernando Máximo

Edgar Carneiro: Amor pela Poesia


O poeta Edgar Carneiro faleceu recentemente, aos 97 anos, em Vila Nova de Gaia. Em Março do ano passado, o JL traçou-lhe o perfil que aqui o blog Poetícia partilha:

Aos 96 anos acaba de publicar o seu 13.º livro de poemas. Périplo, uma edição da Húmus. "É o amor pela poesia que motiva todos os meus livros", conta ao JL, Edgar Carneiro, poeta e professor que desde os 14 anos se apaixonou pela arte poética. Apesar de se confessar "um pouco cansado", já pensa na antologia da sua obra

Fala com a voz pausada como se pensasse muito bem cada palavra antes de a pronunciar. Mas o seu discurso está longe de ser maçudo. Aos poucos, numa longa conversa, desfia as histórias da sua vida, indissociável da poesia que desde sempre o acompanhou. "As palavras têm que ser a alma do poema", assegura Edgar Carneiro. "Toda a gente pode fazer versos, mas nem todas fazem poesia. Um poema tem sempre uma mensagem do escritor, mas tem que ser dada com beleza. As palavras precisam ser capazes de ultrapassar o significado banal dos termos", explica. Foi, como sempre, "o amor pela poesia" que motivou este novo volume. Escreveu-o sem pretextos, nem ideias de resumo de vida. "Chamei-lhe Périplo como poderia ter-lhe chamado outra coisa. Anda tudo à volta das minhas ideias do que é esta arte", afirma. Tem, desde os tempos da instrução primária, um dicionário pequenino por onde se habituou a procurar significados. Ali pode ler-se que "a poesia é a arte de escrever em verso". Há algum tempo, comprou o Dicionário da Academia de Ciências onde poesia se descreve como "a arte de escrever utilizando a metáfora". Edgar Carneiro procura conciliar as duas definições: "Toda a minha poesia é muito musical, conserva o ritmo, e tento harmonizar a tradição com a modernidade, utilizando muito a metáfora como forma de expressão".Nascido em Chaves, a 12 de Maio de 1913, o poeta recorda a infância passada numa família grande - eram quatro irmãos - na exploração agrícola do pai, perto da aldeia de Faiões. "Lembro-me tão bem das corridas que fazia com os meus irmãos e de como brilhava o sol ao cair da tarde nos campos cultivados". Fez a instrução primária, o primeiro e o segundo ciclo no Colégio de Lamego. Foi aí que, aos 14 anos, conheceu o professor de Português que lhe mudou a vida. Chamava-se Luís Osório e "era um leitor primoroso". O adolescente Edgar lembra-se de ficar horas a ouvi-lo ler Luís de Camões: "Escutava-o como quem escuta Deus. Fiquei preso à poesia desde então". Nessa turma, contrariamente ao que era costume na época, a leitura de Os Lusíadas não era feita para medir e dividir as orações, mas antes para, em conjunto, chegarem ao "valor intrínseco da obra". Depois de cada Canto o professor pedia aos alunos que escrevessem bocadinhos em prosa ou verso que explicassem a leitura. Edgar não era excepção e foi então que descobriu "um certo jeitinho, um bichinho", que Luís Osório ajudou a desenvolver. "Jamais esquecerei este professor", refere. Desde então (corria o ano de 1927) nunca mais parou de escrever.

"Nasci para ser professor"

Não deixa de ser curioso que com tanta escrita só tenha publicado o primeiro livro - Poemas Transmontanos - em 1978. A verdade é que teria pouco mais de 20 quando editou Caminhos de Fogo renegando-o algum tempo depois. Processo idêntico ao do seu grande amigo Adolfo Rocha com o volume A Rampa. "Conhecia o Miguel Torga como à palma da minha mão. A malta costumava gozá-lo dizendo que à Rampa faltava um 'T' no início, para abarcar o verdadeiro espírito da obra", recorda, entre risos. Sobre Caminhos de Fogo recebeu a crítica de Alice Ogando: "Se este livro fosse um bocadinho mais magro, era uma revelação". Edgar Carneiro reconheceu que tinha ali posto poemas a mais e que era necessária uma revisão cuidada mas, como recorda sem saudosismos: "Era o tempo da juventude, a vaidade dos 20 anos, e publicar era fundamental". Apesar de ter esquecido esse primeiro livro não parou de escrever. Entretanto tinha feito o 6.º e 7.º ano (actuais 10.º e 11.º anos) no Liceu de Vila Real onde conheceu "a sua namorada" com quem casou alguns anos depois. Seguiu para a Universidade de Coimbra onde se formou em Ciências Histórico-Filosóficas, com média de 15 valores. Foi depois dar aulas para a Escola Industrial e Comercial Júlio Martins, em Chaves, onde ficou durante alguns anos. Às tantas, a conselho de um colega, resolveu candidatar-se ao Exame de Estado para poder ser colocado numa escola com lugar de efectivo. Passou com boa nota e foi colocado numa escola de Vila Nova de Gaia. Lá chegado soube, pela boca do director, que não ia ter horário. "Eu ia caindo", recorda. Mas o director logo lhe conseguiu uma vaga na Escola Oliveira Martins, no Porto, cidade para onde rumaria já com a mulher e o seu único filho - Eduardo. Moravam perto do Jardim de São Lázaro e certo dia enquanto a criança brincava no jardim, Edgar Carneiro chamou o filho para vir almoçar. Ouviu o chiar de um carro e pensou que Eduardo ficara debaixo do veículo. Não passou de um susto, mas o jovem pai não quis esperar por outro. A família sairia do Porto regressando a Vila Real, onde deu aulas durante vários anos."Nasci para ser professor", afirma. Deu aulas de Português. Geografia, História e também de Organização Política da Nação. "Era uma disciplina que toda a gente odiava, mas dada por mim, até tinha sucesso", recorda com certo orgulho na voz. Aliás, sempre que encontra um antigo aluno na rua é uma festa. "Não é para me gabar, mas sempre me dei muito bem com os meus estudantes".

Cravos em forma de poema

No fim dos anos 60, foi convidado para dirigir a Escola Secundária D. Pedro V, em Fiães, no concelho de Santa Maria da Feira, perto de Espinho. "Tive carta branca e fiz de tudo um pouco, desde a escolha do mobiliário, à contratação dos professores. Isto passava-se já no tempo do Marcelo Caetano e a escola florescia". Entretanto Edgar Carneiro publicou alguns poemas em jornais, como por exemplo, O Primeiro de Janeiro, onde então trabalhava o seu filho Eduardo que viria a falecer alguns anos depois. Foi o caso do poema Laranjas e de outro, de que Edgar Carneiro não se recorda do título, que terminava assim: "Ouvirei sempre o grito dos cravos na boca vermelha".Na escola que dirigia leccionavam duas professoras comunistas e, pouco depois do 25 de Abril, gritavam palavras de ordem no sentido de expulsar o director. Até que alguém trouxe à baila o dito poema, gerando como resposta quase imediata, a calma das professoras: "Este é cá dos nossos! Pode ficar na escola". Quanto ao cravo, o poeta só vê duas hipóteses: "Ou eu adivinhei que seria a flor da revolução ou alguém se lembrou do meu poema para pôr os cravos nas espingardas".Na década de 80 publicou uma série de livros: Tempo de Guerra (1980), A Faca no Pão (1981), Jogos de Amar (1983), Rosa Pedra (1985) e O Signo e a Sina (1989). Seguir-se-iam outros como Vida Plena, A Boca na Fonte ou Lúdica, já em 2000. Espinho tornou-se a sua cidade e foi ali que deu aulas até aos 70 anos, quando se reformou em 1983. A energia vem-lhe, diz, "do sangue da mãe" que morreu com 99 anos. E embora hoje se sinta um pouco cansado, ainda gostava de fazer uma antologia dos seus poemas. O lançamento de Périplo em Espinho "foi um verdadeiro acontecimento" e foi convidado para repeti-lo em Chaves. "Era bonito lança-lo na minha cidade natal. Talvez seja o meu último acto poético". Apesar deste anúncio, um dos poemas de Périplo parece não o confirmar: "Eu canto a pedra dura/ o barro espesso/ o veio da madeira/ e a mão que construiu a casa erguida/ onde entra o claro sol/ a noite escura/ a voz responde à voz/ solícita ou carente/ e a formiguinha errante/ em sua pequenez/ é um sinal de vida.

Cortesia de Jornal de Letras Artes Ideias

Poesia Experimental Portuguesa

Na década de 60, um grupo de artistas questionou noções de texto e objecto artístico. A Fundação de Serralves apresenta obras da sua colecção, pertencentes a esse movimento. Até 16 de Abril, na Biblioteca da Póvoa de Varzim, a propósito das Correntes d''Escritas - Encontro de Escritores.

Comissariada por João Fernandes, director do Museu de Serralves, esta exposição apresenta obras de artistas e escritores portugueses, agentes de um momento importante de ruptura que redefiniu os conceitos de texto e objecto artístico, a partir da Poesia Visual.

Obras paradigmáticas, realizadas entre a década de 60 e 80, de autores como Ana Hatherly, António Aragão, António Barros, Ernesto Melo e Castro, Fernando Aguiar, Salette Tavares e Silvestre Pestana.

Entrada livre.

Cortesia de O Público

Feira do Livro de Poesia no CCB

Em Dia Mundial de Poesia, o Centro Cultural de Belém (CCB) em Lisboa tenta aproximar os portugueses deste género literário, que está fora das preferências de consumo e que tem dificuldade em conquistar espaço nas livrarias.

António Santos, organizador da Feira do Livro de Poesia no CCB, lamenta que as tendências de consumo em Portugal não se dirijam para a poesia. “A poesia, sendo um género maior na literatura, não tem correspondência do ponto de vista da procura. Tem grandes dificuldades em ganhar espaço nas livrarias, em função de ter uma procura reduzida e de não ser uma primeira opção de compra”, afirma à Lusa o representante da distribuidora Sodilivros.

Santos reconhece que os portugueses leem muito mais do que há uns anos, mas dirigem as suas preferência para “literatura mais fácil, autores mais directos e a chamada literatura light”. E as grandes livrarias e grupos livreiros assumem a preocupação de corresponder a esta opção de consumo, não dando lugar à poesia nos escaparates.

A dificuldade na venda de obras deste género literário torna também complicada a vida de jovens poetas. “Os editores editam, mas pela dificuldade na comercialização e venda, apostam nos autores consagrados. Um jovem poeta que escreva o seu primeiro livro vai ter muita dificuldade em editar por via de uma editora”, explica António Santos.

Mas a afluência de pessoas às iniciativas que assinalam o Dia Mundial da Poesia pode indicar, diz o organizador desta feira do livro, que ainda há quem procure obras líricas. “Este Dia é uma referência, uma marca. Costuma vir muita gente, o que significa que também há algum apetite por encontrar livros de poesia em quantidade, que não se encontra praticamente em nenhuma livraria do país”, justifica.

O CCB dedica o dia de hoje a este género literário, destinando vários espaços onde a poesia portuguesa é dita por poetas, atores ou figuras públicas, um espaço para os espontâneos, batizado como “Diga lá um Poema”, uma maratona de leitura dedicada a Herberto Helder, e um concurso de poesia dirigido às escolas.

Cortesia de O Público

Poesia de combate republicano: da monarquia ao século XXI


«A poesia não discrimina»

No dia 21 de Março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial e Dia Mundial da Poesia, a Amnistia Internacional - Portugal em parceria com a Oficina da Poesia apresenta a performance poética sobre os direitos humanos «A poesia não discrimina» na Livraria Ler Devagar, LX Factory, Lisboa, pelas 18h30.

A iniciativa visa alertar para algumas temáticas prementes dos Direitos Humanos através da Poesia.

A entrada é livre.

Cortesia de Amnistia Internacional Portugal

Dia Mundial da Poesia 2011 no Centro Cultural de Belém

Com o apoio do Plano Nacional de Leitura, o CCB volta a organizar uma comemoração do Dia Mundial da Poesia. O programa, que se estenderá das 11:00 às 20:00 de sábado dia 20 de Março de 2011, ocupando diversos espaços do Centro de Reuniões, inclui leituras da obra de poetas portugueses, uma exposição da obra de Mário Botas, uma feira do livro de poesia, conferências, audição de poemas gravados, espectáculos de música e poesia e, na Sala Fernando Pessoa, a leitura de poesia de Herberto Helder

O DIA MUNDIAL DA POESIA É UMA INICIATIVA DO PLANO NACIONAL DE LEITURA E DO CENTRO CULTURAL DE BELÉM COM O APOIO FINANCEIRO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Cortesia de CCB

Luís Miguel Cintra lê o Cântico dos Cânticos na Capela do Rato

“Que ele me beije com beijos da sua boca!/ Melhores são as tuas carícias que o vinho,/ ao olfacto são agradáveis os teus perfumes;/ a tua fama é odor que se difunde./ Por isso te amam as donzelas.” Assim começa o livro bíblico do Cântico dos Cânticos, que o actor e encenador Luís Miguel Cintra lerá na íntegra amanhã, às 21h30, na Capela do Rato (Calçada Bento da Rocha Cabral, 1 B), em Lisboa. A entrada é livre.

Sendo um dos poemas mais antigos da humanidade, o Cântico dos Cânticos é, apesar ou por causa da sua natureza sensual e erótica, também o texto mais comentado pelos grandes místicos do judaísmo e cristianismo.

Não é a primeira vez que Luís Miguel Cintra faz este tipo de leitura. Em Junho do ano passado, o encenador do teatro da Cornucópia leu, no mesmo lugar, o livro do Apocalipse, o último livro da Bíblia cristã. Também este está entre os textos bíblicos mais lidos e comentados.

Desta vez, em lugar das visões e profecias e da forte linguagem simbólica que se encontra no Apocalipse, Cintra lerá os encontros e desencontros entre um casal de apaixonados: “Levanta-te! Anda, vem daí,/ ó minha bela amada!/ Eis que o Inverno já passou,/ a chuva parou e foi-se embora./ (…) Anda, meu amado,/ corramos ao campo,/ passemos a noite sob os cedros (…) Ai te darei as minhas carícias.”

Cortesia de O Público

13.ª Edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama

As obras a concurso na 13.ª edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama devem ser entregues pelos autores até 31 de Março.

Os interessados em participar no evento devem apresentar um único trabalho poético, original, de tema livre, com uma extensão de 20 a 30 páginas e escrito em português.

Os concorrentes devem enviar quatro exemplares da obra, num envelope identificado apenas por pseudónimo, a entregar na Junta de Freguesia de S. Lourenço, Rua Eng. António Porto Soares Franco, 2-A, Vila Nogueira de Azeitão, 2925-508 Azeitão, com a indicação “Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama”.

Os elementos de identificação dos candidatos, ou seja, nome, idade, morada, correio electrónico e telefone, devem ser anexados aos quatro exemplares num envelope fechado, com a indicação no exterior do título da obra e do pseudónimo utilizado.

A prova literária, organizada pelas juntas de freguesia de S. Lourenço e S. Simão, em parceria com a Câmara Municipal de Setúbal, a Associação Cultural Sebastião da Gama e a Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, tem como principais objectivos a promoção da criatividade no campo da poesia e a divulgação da obra do poeta e pedagogo azeitonense patrono do concurso.

Ao autor do trabalho vencedor é atribuído um prémio no valor de 1500 euros, sendo ainda entregues 50 exemplares da edição do texto a publicar.

O vencedor da 13.ª edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama é anunciado numa cerimónia a realizar no dia 5 de Junho, em Vila Nogueira de Azeitão.

http://sebastiaodagama-acsg.blogspot.com/

Cortesia Setúbal Cultural

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