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Carnaval, Poesia e Teatro agita Madeira

O Carnaval e os dias mundiais da Poesia (a 21) e do Teatro (a 27) são os principais destaques da Agenda Cultural de Março, editada pela Secretaria Regional de Educação e Cultura e pela Direcção Regional dos Assuntos Culturais (DRAC).

“Poesia com Sabor a Café” é uma das iniciativas em realce, integrada na Semana da Poesia (21 a 26 de Março), que é promovida pela DRAC para assinalar o Dia Mundial da Poesia. Tem como objectivo principal fomentar o conhecimento e a leitura de poemas de autores madeirenses contemporâneos, através de um acto social, corrente e diário, como é o simples acto de tomar um café, indo realizar-se na baixa da cidade, num circuito que vai desde a Avenida Arriaga, R. do Aljube, Praça Colombo, Praça do Carmo, R. Fernão Ornelas até ao Mercado dos Lavradores. Ao longo deste percurso, os vários cafés oferecem, de 21 a 26 de Março, um poema.

No que toca a exposições, “Para atravessar contigo o deserto do mundo” é uma mostra de artesanato contemporâneo na Madeira, que poderá ser visitada até ao dia 30 de Abril no Museu Etnográfico da Madeira.

No que se refere a concertos, a Agenda Cultural aponta os espectáculos da Orquestra Clássica da Madeira nos dias 4 (“Um Concerto Absolutamente Ridículo” - concerto de Carnaval), 17 (Integral Sinfonias de Mendelssohn), 19 (Danças e Divertimentos Mozart – Haydn - Offenbach), 22 (Música Latina Saens – Romero – Ponce), 24 (“Quadro de Uma Exposição para Metais” Mussorgsky – Ewald), 26 (“Miniatura para Quarteto” Albeniz-Kreisler-Bach-Chopin) e a 31 de Março (“Série jardins e parques”).

No mês de Março comemora-se, igualmente, o Dia Mundial do Teatro, que será assinalado pelo Teatro Experimental do Funchal com a peça “Mandrágora”, baseada no texto de Nicolau Maquiavel e com encenação de Eduardo Luiz. Um trabalho que estará em cena no Cine Teatro de Santo António, nos dias 25, 25, 26, 27 e 31 de Março.
Nas conferências, a Sala do Senado da Universidade da Madeira acolherá no dia 16 o debate do “Turismo de expressão alemã: tendências e consequências”, pelo orador Roland Bachmeier.

A Agenda Cultural de Março faz referência também às Festas de Carnaval, com a descrição dos temas dos grupos participantes do grande cortejo alegórico do sábado, dia 5, pelas 21h, contemplando ainda o cortejo trapalhão do dia 8, que começará, como habitual, pelas 16h.

Cortesia de Jornal da Madeira

Mãe-Mão - Teatro Poético para bebés e crianças

Era uma vez uma criança que queria estar sempre de mãos dadas com a sua mãe. Que precisava das mãos da mãe para conseguir usar as suas próprias mãos. Que pensava nada poder fazer sem aquelas mãos grandes, meigas, acolhedoras, protectoras. Até que um dia...

Mãe-Mão

Mãe, quero a tua mão.
A mão da minha mãe,
A mãe da minha mão.

A minha mão na mão da mãe,
A mão da mãe na minha mão.
A minha mão, não. A minha mãe.

A mão da mãe, não, a minha mão.
A minha mão sem mão da mãe
A mão da mãe é a minha mão.

O Teatro do Biombo leva à cena Mãe-Mão, um espectáculo para bebés e crianças dos 6 meses aos 3 anos, que retrata de forma poética uma história sobre a importância das rotinas diárias para a conquista da autonomia afectiva.

Com encenação por Joana Pavão e Ana Lázaro, Mãe-Mão está em cena nos dias 4 e 11 de Setembro, 2 e 16 de Outubro, 6 e 27 de Novembro, 13 a 16, 21 e 22 de Dezembro de 2010 sempre com sessões às 10:00h, 11:00h e 12:00h. Preço do bilhte é de 5 euros.

Reservas
teatrodobiombo@me.com
915.816.107

Palavras de José Régio na abertura do novo espectáculo «Fado, História de Um Povo» de Filipe La Féria

"O fado nasceu um dia, quando o vento mal bulia e o céu o mar prolongava, na amurada dum veleiro, no peito dum marinheiro." As palavras do poeta José Régio ouvem-se logo na abertura de Fado, História de Um Povo, o novo espectáculo de Filipe La Féria que se estreia na próxima sexta-feira, dia 9, no Casino Estoril.

Este era um sonho antigo de La Féria. "Quando me convidaram a fazer o Passa por Mim no Rossio, o que eu queria era fazer a história do fado, não era a história da revista", contou ontem, em conferência de imprensa. A oportunidade surgiu agora com o convite de Mário Assis Ferreira, administrador da Estoril Sol, para criar um espectáculo "genuíno" para o Salão Preto e Prata do Casino Estoril. O resultado é uma "megaprodução imprópria para tempos de crise", como é costume em La Féria, mas que, promete, será "bastante diferente" das anteriores produções.

A história do fado será contada cronologicamente - desde o regresso da corte portuguesa do Brasil, trazendo a influência da modinha e do lundum, passando pela lenda da Severa, pelas casas de fado, pelo 25 de Abril, até aos nossos dias. E haverá também quadros dedicados a "algumas figuras extraordinárias", como Amália, Hermínia Silva, Alfredo Marceneiro, Maria Teresa de Noronha e outros. Há outros quadros mais simbólicos, como aquele que é dedicado ao "anjo da morte" e a toda a melancolia que está associada ao fado. E isto tudo em menos de uma hora e meia.

"Quis fazer um espectáculo que falasse de Portugal e da alma portuguesa", diz La Féria. Porque o fado se confunde com a história do povo português. Mas deixa o aviso: "Não será um espectáculo revivalista nem será uma sucessão de fados. É um musical, com músicas originais, algumas das quais da minha autoria. As pessoas não podem vir à espera de ouvir os fados conhecidos. Haverá alguns fados incontornáveis e haverá homenagens, mas não haverá imitações", garante.

Henrique Feist, um dos intérpretes principais, a par de Alexandra e Gonçalo Salgueiro, revela que a história do fado será contada "de forma artística e não documental". E cita uma das letras escritas por La Féria: "Quantas vezes morreste Portugal, quantas vezes voltaste a nascer." "É isto mesmo, mais do que a história do fado, este é um retrato de Portugal", diz.

Num Salão Preto e Prata mais "austero" do que é costume e com uma plateia que reduz o número de mesas para jantar, sobem ao palco 80 intérpretes: bailarinos, orquestra conduzida por Mário Rui e um grupo de actores e cantores, entre os quais Liana, Gonçalo Salgueiro, Sofia Cruz e Inês Santos. Até quando? Mário Assis Ferreira antevê o sucesso e garante que o casino vai cantar o fado "no mínimo" durante um ano.

Cortesia de DNArtes

27º Festival de Almada: A poesia está no palco


Vinte e sete anos depois da sua criação o Festival de Almada aposta na poesia, dando à palavra o centro do palco. Entre 4 e 18 de Julho, Almada, Lisboa e o Porto recebem 30 produções que procuram responder ao primado do teatro: um actor a dizer um texto frente a um espectador.

Estão já longe os tempos do Beco dos Tanoeiros e de um festival feito por um homem que tinha começado a fazer teatro com a utópica esperança de ver os trabalhadores da Lisnave a subirem a Avenida 25 de Abril, de marmitas vazias, para se virem alimentar ao velho, e hoje antigo, Teatro de Almada. Cedo Joaquim Benite percebeu que essa defesa de um teatro capaz de mobilizar as massas era pouco condizente com as condições em que as pessoas viviam. O que se lhes dizia, e como se lhes dizia, continua a estar na base de uma pesquisa que, hoje, através de encontros, debates e colóquios, se expande por diferentes olhares, antagónicos por vezes, complementares noutras mas capaz de abrir pistas para o que está a ser mostrado, produzindo um diálogo com o que existiu e o que ainda está por vir.

Vinte e sete anos depois de um festival que começou com cinco grupos amadores com sede em Almada, estamos perante um monumento histórico e um acontecimento incontornável não apenas no calendário do teatro em Portugal mas do próprio Teatro em Portugal. Não serão precisas aspas para ter o director - o mesmo desde o início, "situação rara na Europa" - a dizê-lo por si mesmo. A história do festival conta também a história de um país que aprendeu a programar atempadamente, a trazer espectáculos de encenadores que nos habituáramos a conhecer de apelido - Strehler, Besson, Brook, Bondy, Lavaudant, entre outros - mas que Almada nos ensinou o seu primeiro nome - Giorgio, Bruno, Peter, Luc, George -, a cruzar companhias e criadores nacionais "que nunca se viam ou ouviam, e até se hostilizavam".

Joaquim Benite recorda uma frase de Jorge Silva Melo (este ano no Festival com duas peças: "Um precipício no mar", de Simon Stephens, e "Fala da Criada de Noialles...", do próprio Silva Melo, Culturgest, de 15 a 18), onde este dizia que "o festival é o sítio mais civilizado de Portugal". Benite orgulha-se de ter criado "um lugar onde se encontram diferentes linhas estéticas mas que discutem, com maturidade, sobre as suas diferenças, sem se agredirem, e de forma flexível, num nível que não é o da confrontação sectária".

Talvez esta ideia se prenda com um informalismo que faz do festival uma partilha de uma "ideia de cosmopolitismo como plano para o desenvolvimento da cultura". Benite diz que o que distingue o Festival de Almada de outros - e não se faz rogado na utilização do epíteto "um dos mais interessantes da Europa", usada por Matthias Langhoff (que regressa com "Cabaret Hamlet", dias 14 e 15, CCB) -, "é o facto de ser feito por uma companhia de teatro, não ter fins comerciais e ligar a inovação à tradição sem criar rupturas".

Cumplicidades

Este ano são 30 produções, sendo 14 estrangeiras, num total de 88 sessões divididas por 16 espaços. Vão ser apresentados espectáculos da vanguarda russa (a companhia Knam, com duas peças: "O Amor", a 8, e "Matar Shakespeare", a 10, no Fórum Romeu Correia, em Almada) e contos de tradicionais de Cuba ("Era uma vez um crocodilo verde", de Coralia Rodriguez, dia 7, Escola D. António da Costa, Almada, e dia 8 no Instituto Fraco-Português), vai haver fado coreografado ("Aldina Duarte por Olga Roriz", a 9, 10, 16 e 17, no S. Luiz, Lisboa) e muitos corpos nus vindos do Canadá ("Um pouco de ternura, bordel de merda", de Dave St Pierre, a 13, no palco da António da Costa).

E depois aquilo a que Benite chama de "reposições", mas que são "oportunidades para ver teatro português que poucos viram". Companhias como o Ensemble ("O Avarento", a 8), o Teatro dos Aloés (que regressa à sua peça-fundadora, "Uma Lição dos Aloés", do sul-africano Athol Fugard, a 4), ambas na António da Costa, os Artistas Unidos, as encenadoras Solveig Nordlund ("La Musica", a 5 e 6, no Fórum Romeu Correia), Cristina Carvalhal ("Uma Família Portuguesa", a 10, na António da Costa), Mónica Calle [ver texto nestas páginas] ou a descoberta Daniel Gorjão ("Um dia dancei Só um dia", no Teatro Municipal de Almada, de 7 a 18), saído do projecto "Emergentes", em conjunto com o Teatro Nacional D. Maria II.

"O critério predominante são as co-produções e as estreias", diz Benite, em resposta às diferenças de tratamento entre a programação nacional e a internacional. "Claro que gostava de ter estreado mundialmente 'Ode Marítima' [ver texto nestas páginas], mas tenho que encontrar, tal como o Festival de Avignon faz, o equivalente à 'Ode Marítima' em Portugal".

"A nossa participação é muito reduzida, mas há uma vontade das companhias de se apresentarem aqui, e essa é outra das características do festival", diz o seu director. "Defendo a ideia de que a economia não se reduz aos números e os rsultados estão à vista. Surgem de encontros a partir dos pequenos pontos de contacto que são aproveitados em resultados de produção".

Nesse sentido, quando questionado sobre as redes que hoje fazem o essencial dos festivais e dos calendários de programação, diz que "ao contrário de outros festivais, as parcerias em Almada não são burocráticas nem impostas, mas nasceram de cumplicidades e amizades. Estas sinergias não se estabelecem por decreto", assume.

Contas feitas, e fornecidas pelo festival, são 575 mil euros que se dividem assim: 34 por cento do Ministério da Cultura, através da Direcção-Geral das Artes, o mesmo valor da Câmara Municipal de Almada, 24 por cento de patrocinadores e parcerias, e 8 por cento de receitas próprias.

Benite diz ainda que 65 por cento das verbas são gastas nos espectáculos - na sua compra e produção - e o restante na organização e promoção. "Essas receitas próprias só o são assim [com este valor, 8 por cento] por limitações das próprias salas", diz o director. "Vendemos 600 assinaturas, mas podíamos vender o dobro se as salas tivessem mais capacidade." Porque, pelos vistos, público nunca foi um problema.

O público, diz Benite, "cria pressões". "Ao longo dos anos fomos trabalhando para um público que se foi formando no festival, tal como eu me fui formando. Muitas vezes penso que o meu gosto evoluiu como evoluiu o próprio festival". E chegou, já, a acontecer espectadores virem dizer-lhe que um ou outro espectáculo não deveria ter sido apresentado.

"Todas as pressões que existem encaro-as da mesma forma e tiro delas o melhor partido. Não acho que o festival deva criar situações de desconforto para o espectador, mas deve trabalhar para alargar a dicussão". O gosto do programador é, aqui, deixado para segundo plano. "Se programasse só o que gosto, o festival seria mais pequeno". Mas já a ética, essa, diz Benite, "cola-se não à estética, mas ao papel ético que o teatro deve ter".

Devir poético

"A transposição do real não é coisa que me interesse muito, o que me interessa é a transmissão poética. Na minha realidade interessa-me fazer e apresentar espectáculos interventivos, e que tenham preocupações de carácter geral sobre o comportamento humano, não apenas no plano político, mas em todas as suas dimensões e, em particular, nas que determinam a vida das pessoas. Não temos essa tendência moderna de fazer da inovação e da pesquisa formal o centro da pesquisa teatral", diz. "O meu problema é o da inclusão, não é o da exclusão".

É aqui que esta filosofia de vida - neste que é um projecto conduzido por um perfil pessoal "marxista" que age sobre os outros a partir do confronto ideológico -, que, este ano, "o devir poético" toma forma.

Aos 27 anos Almada procura uma linha que tem na poesia, e não tanto na palavra, uma das linhas-mestras enquanto condição "sine qua non do teatro": "O importante é que no teatro exista uma leitura poética das coisas". Este ano, e para além de "Ode Marítima", estará presente a poesia de Constatinos Kavafy ("Yourcenar/Kavafy", de Jean-Claude Feugnet, com Charlotte Rampling - a 16 no S. João, Porto, a 17 e 18 no D. Maria, Lisboa), mais Pessoa ("Um jantar muito original", de Alexandre Riener, dia 11, D. Maria), Camões ("As 10 canções de Luís de Camões", por Luís Miguel Cintra, dia 11, Fórum Romeu Correia), e a homenagem a Maria Barroso, antiga actriz e "diseuse" - "porque o Festival orgulha-se de homenagear as pessoas que são importantes para a história do teatro em Portugal e, muitas vezes injustamente, são esquecidas" -, que participa num recital, encenado pelo próprio Benite, e que inclui ainda Eunice Muñoz e Carmen Dolores (dia 10, Teatro Municipal de Almada).

"Se não houver acto poético não há teatro", insiste. "O teatro não é publicidade. É a palavra a ser dita por um actor." E cita Claude Régy, o encenador de "Ode Marítima", que diz que para o teatro poder continuar deve afastar-se o mais possível do espectáculo.

"O importante é o que se constrói com o universo com que se trabalha. A mesma matéria com que trabalha o Régy, nas mãos de outro encenador, pode ser uma grande porcaria". Essa pesquisa que, eventualmente, estará relacionada com essa dúvida do que apresentar já não aos trabalhadores da Lisnave "mas a um público que vê mais coisas" e, por isso, "exige mais", está na base de um festival que, 26 anos depois, regressa com a mesma dúvida: "como continuar a dar à palavra o lugar central do teatro".

Cortesia de O Público

Poesia no 27ª edição Festival de Almada

Não é uma estreia absoluta mas será “um momento único” da edição do Festival de Almada deste ano (a 27ª). "Ode Marítima de Fernando Pessoa", com direcção de Claude Régy, é para o director do Festival e do Teatro Municipal de Almada, Joaquim Benite, um desses momentos altos por que muitos esperam. O espectáculo serve de núcleo a outros (de poesia) num festival com algumas novidades e “passos em frente”. Sobre a sua criação, o encenador Claude Régy, no filme de apresentação do festival, diz que "Ode Marítima" o intimidou mas que finalmente ganhou coragem para o fazer com o actor “de grande dimensão” que é Jean-Quentin Châtelain.

A presença da poesia faz parte de uma longa tradição de um festival fundado em 1984, mas a tendência acentua-se este ano. Justifica Joaquim Benite ao P2: “Os grandes dramaturgos são grandes poetas.”

Num desses momentos, haverá Carmen.Eunice.Maria, recital de poesia que junta poemas escolhidos pelas actrizes Carmen Dolores, Eunice Muñoz e Maria de Jesus Barroso, a figura homenageada deste festival e ex-primeira dama – que foi afastada do Teatro Nacional D. Maria II por motivos políticos antes do 25 de Abril. E se o teatro não pode perder a ligação com o texto poético, como diz Joaquim Benite, o festival não pode perder a ligação com o público. E, por isso, tem vindo a crescer todos os anos “para não defraudar as pessoas”.

O orçamento passou este ano de 500 mil para 575 mil euros, e pela primeira vez chega ao Porto, tendo o Teatro Nacional de São João como um dos teatros associados. Inédito é também haver 30 criações e um total de 88 representações (no ano passado eram 49) em 16 espaços teatrais.

E pelos vários palcos que se associam ao festival – além do Teatro Municipal de Almada, o Teatro D. Maria II, o Teatro Maria Matos, o Instituto Franco-Português, o Centro Cultural de Belém, o Teatro do Bairro Alto, a Escola D. António da Costa em Almada, e outros – passarão grandes nomes do teatro de Portugal e do estrangeiro.

Desses, Charlotte Rampling será talvez a mais conhecida pela sua carreira no cinema. A actriz inglesa e Polydoros Vogiatzis protagonizam outros dos momentos altos do festival: um espectáculo que junta música e textos da romancista Marguerite Yourcenar e do poeta grego Constantin Cavafy, "Yourcenar/Cavafy".

O encenador argentino Daniel Veronese traz "Todos os governos evitaram o teatro íntimo" a partir da peça Hedda Gabler, de H. Ibsen. Também da América Latina, a narradora de lendas e contos Coralia Rodríguez, de Cuba, traz "Era uma vez um crocodilo verde". Explica a própria no filme de apresentação do festival que a história do crocodilo nasceu porque Cuba é “em forma de um crocodilo de olhos fechados, que se abrem para ouvir as histórias”.

Histórias deste e de outros tempos é o que trazem outras peças, como a encenação do franco-português Emmanuel Demarcy-Mota, director do Théâtre de la Ville. Casimiro e Carolina de Odon von Horvath é um texto “extremamente actual”, diz Benite, escrito nos anos a seguir a uma crise económica que não é a de hoje, mas a de 1929. Com a crise, a falência dos mecenas e a reflexão sobre “para que serve a arte, se não para gastar dinheiro (como pensam os mecenas)” num texto, inspirado de "O meu último suspiro de Buñuel", escrito e encenado por Jorge Silva Melo, uma meditação sobre a velhice e o esvaziamento do fim da vida.

Além de participar em "Dança da Morte2 de Ana Zamora, Luís Miguel Cintra regressa a As 10 canções de Camões, “para as entender com o público” como diz no vídeo de apresentação. O fado de Aldina Duarte mistura-se com oito instrumentos num espectáculo com direcção musical da coreógrafa Olga Roriz para quem era importante “perceber que outras vivências o fado pode ter”. Entre muitos outros espectáculos, o encenador alemão Matthias Langhoff adapta Shakespeare em "Cabaret Hamlet", “uma visão tridimensional” do texto de Hamlet, diz no filme de apresentação António Mega Ferreira, do Centro Cultural de Belém, onde será apresentado o espectáculo.

27ª edição Festival de Almada decorre de 4 a 18 de Julho de 2010.

Programa

Cortesia de O Público

Danças com História apresentam Fogo que arde sem se ver

A Associação Danças com História apresenta no Palácio da Independência, no Largo de São Domingos em Lisboa, nos dias 10 pelas 17h00 e 11 e 12 pelas 16h00 do mês de Junho, uma síntese harmoniosa entre o teatro, a música e as danças da época, onde decorrem cenas da vida e os mais belos textos da lírica de Camões.

+INFO

Peça «O Vento nas Palavras» para despertar os mais pequenos

A Companhia de Teatro de Portalegre estreou ontem, dia 9, o espectáculo "O Vento nas Palavras", uma peça que tem como objectivo dar a conhecer aos mais novos o "fascínio da poesia" e a importância dos autores portugueses.

Em declarações à agência Lusa, a encenadora da peça, Susana Teixeira, explicou que este género de trabalho "é sempre uma surpresa", uma vez que nunca se sabe como as crianças vão reagir.

"Nunca sabemos bem a sua reacção, mas por norma é um público muito exigente e que puxa pelos actores", sublinhou.

"A peça tem de ser bem conseguida, porque as crianças distraem-se facilmente. Por isso, é preciso saber sempre dar a volta para que eles mantenham sempre o interesse e construímos assim uma história em redor dos poemas que vão ser declamados", explicou.

O espectáculo, que vai estar em cena na Igreja do Convento de Santa Clara, em Portalegre, tem como ponto de partida a necessidade de dar a conhecer aos mais novos a poesia portuguesa de uma maneira "agradável e despretensiosa", num discurso teatral "dinâmico e aliciante".

Para cativar os mais novos para a importância da poesia, a Companhia de Teatro de Portalegre escolheu poemas de Alexandre O'Neill, Fernando Pessoa, António Feliciano Castilho, Manuel Bandeira, Ruy Belo, José Gomes Ferreira, entre outros.

De acordo com Susana Teixeira, os poemas escolhidos abordam a amizade, o amor, o vento, os nossos pensamentos e os sonhos mais profundos.

"Normalmente ouve-se poesia de uma maneira formal. Nas escolas os miúdos consideram sempre a poesia uma coisa muito chata e eu, através deste espectáculo, tento desmistificar isso porque a poesia tem palavras bonitas e que podem dizer tantas coisas", declarou.

Com a interpretação a cargo das actrizes Ana Rodrigues e Verónica Barata, o espectáculo que estreou no domingo, dia 9, vai ser visto pela maioria dos alunos do primeiro ciclo das escolas de Portalegre e dos concelhos limítrofes.

De acordo com a encenadora, numa fase posterior, o espectáculo "O Vento nas Palavras" vai também rumar em digressão por outros pontos do país.

Cortesia de DN Cartaz

Faleceu o poeta e dramaturgo Jaime Salazar Sampaio

O poeta e dramaturgo Jaime Salazar Sampaio morreu esta terça-feira, em Lisboa, aos 84 anos, informou a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).

O corpo do escritor está hoje em câmara ardente no edifício 2 da SPA, de onde seguirá o funeral na quinta-feira de manhã para o cemitério do alto de São João, em Lisboa.

Jaime Salazar Sampaio nasceu em Lisboa a 5 de Maio de 1925. Formado em Engenharia, foi nas artes de palco que se distinguiu, tanto na criação como na tradução de dramaturgias estrangeiras, de autores como Samuel Beckett e Harold Pinter.

De acordo com o Centro de Estudos de Teatro, Jaime Salazar Sampaio estreou-se no Teatro Nacional em 1961 com a peça “Pescador à linha”. Em 1969 viu encenada a peça “Os Visigodos”, também pelo Teatro Nacional, e em 1970 “A batalha naval”, pela Casa da Comédia. Só com a mudança de regime, em 1974, é que as suas peças regressam aos palcos.

No total, mais de 60 espectáculos foram produzidos a partir de textos seus, como “Fernando talvez Pessoa” (1983), pelo Teatro Nacional D. Maria II, “O pescador à linha (sem deus nem chefe)” (1998), pelos Artistas Unidos, e “Árvores, verdes árvores” (2008), pelo Teatro Independente de Loures.

Num estudo publicado em 2003, a investigadora Maria João Brilhante refere que Jaime Salazar Sampaio foi influenciado pelo teatro do absurdo e que a sua dramaturgia “constituiu um ato de resistência contra a censura, o que justifica em parte a ambiguidade e o hermetismo dos seus textos de antes da revolução”.

“O seu projecto não era menos político ao denunciar o desconcerto dos valores humanos no seio de uma sociedade burguesa que pactuava com o fascismo, por temer a desordem e a diferença”, defendeu a investigadora do Centro de Estudos de Teatro.

Em 1999 Jaime Salazar Sampaio recebeu o Grande Prémio de Teatro da Associação Portuguesa de Escritores pela obra “Um homem dividido”, em 2005 foi distinguido com a medalha de honra da Sociedade Portuguesa de Autores.

Colaborou durante duas décadas com a SPA, organizando dezenas de sessões do ciclo “Dramaturgia e Prática Teatral”.

Além de teatro, publicou poesia como “Poemas Propostos” (1954) e “Silêncio de um Homem” (1960).

Cortesia de O Público

Palavra dos Poetas pelo Comuna Teatro de Pesquisa

Palavra dos Poetas trata-se de um espectáculo de divulgação da Poesia Portuguesa, com som, luz e montagem simples, acompanhado ao vivo por um músico que utiliza vários instrumentos, com a duração aproximada de 60 minutos, e que foca a vida e a obra de cada poeta, fazendo uma leitura da sua obra com o percurso da vida do autor, permitindo uma leitura mais aprofundada e contextualizada da obra apresentada. O espectáculo é realizado por Carlos Paulo e Marcos Paiva todas as quartas-feiras pelas 19h00. A entrada é livre.

Próximo Poetas

Abril
António Osório
Maio
Maria Teresa Horta
Junho
Gastão Cruz

Leitura da peça Gioconda e Si-Ya-U de Nazim Hikmet no Festival Pontes para Istambul

O jovem actor e encenador André e. Teodósio apresenta uma leitura encenada de Gioconda e Si-Ya-U, da autoria do grande poeta turco Nazim Hikmet no dia 12 Março pelas 21 horas no pequeno auditório - Sala Eduardo Prado Coelho do Centro Cultural de Belém. Preço 5€

No mesmo ano (1924) em que o jovem revolucionário Emi Siao é deportado de Paris, desaparece do Museu do Louvre a famosa Gioconda. Segundo o poema-manifesto de Nazim Hikmet, ela terá partido para a China ao encontro do seu amor de “olhos amendoados”. É verdade: Gioconda liberta-se da passividade da cultura museológica e revela-se uma agitadora apaixonada.
Para estragar o suspense deste poema, que em cerca de trinta páginas nos confronta com as dialécticas poesia vs. política, fantasia surrealizante vs. fervor revolucionário, ficção vs. autobiografia, no fundo um poema onde permanentemente é questionada a real capacidade da arte na transformação social, vou revelar o final:
RELAXEM: O sorriso de Gioconda mantém-se. Não é o sorriso de quem contenta, mas de quem parte contente.
TREMAM: As mãos de Gioconda transformam-se. Já não são mãos manchadas de tinta, mas mãos manchadas de sangue.”
ANDRÉ E.TEODÓSIO

Tradução e leitura de ANDRÉ E. TEODÓSIO

INFO

Cortesia de CCB

Março é mês de Teatro e Poesia em Lagos

Em Março, Lagos volta a apresentar uma viagem pelo mundo dos espectáculos de qualidade e o trabalho de companhias de teatro locais, regionais e nacionais.

Desta forma, no mês do teatro, o Centro Cultural de Lagos irá receber quatro peças, tanto para a comunidade escolar, como para o público em geral.

Também para comemorar o Dia Mundial da Poesia, o Teatro Experimental de Lagos (TEL) associa-se à Biblioteca Municipal de Lagos Dr. Júlio Dantas para apresentar um espectáculo, no próximo dia 21 de Março, pelas 21h30.

Assim, nos dias 1 e 2 de Março serão apresentadas peças de teatro infantil em língua inglesa. “Sherlock Holmes and the Case of the Desapearing Doctor” e “A Midsummer Night’s Dream”, produções do Avalon Theatre Company serão os espectáculos dirigidos às escolas do concelho, a primeira a decorrer durante a manhã e a segunda durante a tarde.

Nos dias 11 e 12, às 10h30 e 14h30 será apresentada a peça "D. Quixote (de Coimbra)", pelo Teatrão – Teatro para a Infância e Juventude). Destinada também aos mais pequenos, os bilhetes para as escolas custam 1,5 euros, enquanto para o público em geral são 6 euros.

"A Estação", da autoria do Projecto NAIA, será apresentada no dia 20 às 21h30 ao público em geral, enquanto nos dias 22 e 23 será representada em sessões exclusivas para os alunos do concelho de Lagos, sendo a entrada gratuita em ambos os casos.

No dia 27 de Março, Dia Mundial do Teatro, as comemorações ficam marcadas em Lagos pela apresentação da paródia voyeurista meta-crítica “Benny Hall”, a partir das 21h30.

Com a entrada a custar 5 euros, esta é uma paródia à excessiva intelectualização do teatro, interpretada por uma pianista e dois actores, que partem dos diálogos do filme "Annie Hall" de Woody Allen para uma divertida desconstrução daquilo a que se tem por hábito chamar "o processo criativo" da arte teatral, num espectáculo de ESTICALIMÓGAMA.

Finalmente, a encerrar a iniciativa "Março Mês da Poesia", a Biblioteca Municipal de Lagos recebe este ano o "BOUT DORÉ – CAFÉ", muita música, jogos poéticos embebidos em vaidade, sentimentos fúteis e crítica social.

Cortesia de Região Sul

Ciclo de Literatura e Música no Teatro São Luiz

A literatura e a música estão em destaque, de Janeiro a Março, no São Luiz. Através do Ciclo Leituras e Música a obra de José Cardoso Pires é a primeira a ser analisada, durante o mês de Janeiro. Entre Fevereiro e Março, a poesia e a música preenchem cinco tardes no São Luiz.

Programa:

CARDOSO PIRES NO SÃO LUIZ
16, 23, 30 Jan
Sáb: 17h30
JARDIM DE INVERNO
Entrada livre M/6

As Publicações Dom Quixote assinalam a importante figura do panorama literário português do século XX que foi José Cardoso Pires. Romancista, contista, ensaísta, dramaturgo, jornalista, crítico e copy-writer de publicidade, José Augusto Neves Cardoso Pires nasceu a 2 de Outubro de 1925, na aldeia de São João do Peso, e viria a falecer a 26 de Outubro de 1998, em Lisboa, cidade que inspirou inúmeras crónicas e que habitou toda a sua obra literária.

16 Jan
ENCONTRO DE AMIGOS
Com Clara Ferreira Alves, António Lobo Antunes, Júlio Pomar, entre outros.

23 Jan
50º ANIVERSÁRIO DA PUBLICAÇÃO DE O RENDER DOS HERÓIS
Leitura Cármen Dolores e Ruy de Carvalho, actores que representaram na sua estreia (1965).

30 Jan
30º ANIVERSÁRIO DA PUBLICAÇÃO DE CORPO DELITO NA SALA DE ESPELHOS
Leitura Lia Gama, Mário Jacques, Rui Mendes e António Montez

POESIA E MÚSICA
6, 13, 20, 27 FEV/ 13 Mar
Sáb: 17h30
JARDIM DE INVERNO M/6

As palavras e a música preenchem cinco tardes no Jardim de Inverno. Recordamos cinco poetas através da sua cumplicidade com os actores que os lêem.

6 Fev
ALBERTO DE LACERDA POR JORGE SILVA MELO
João Aboim piano
Música W.A. Mozart

13 Fev
LUIZA NETO JORGE POR LUIS MIGUEL CINTRA
João Paulo Santos piano
Música Jorge Peixinho

20 Fev
MARIO CESARINY POR GRAÇA LOBO
Olga Pratts piano
Música Fernando Lopes Graça

27 Fev
SOPHIA DE MELLO BREYNER POR BEATRIZ BATARDA
Bernardo Sassetti piano
Música Bernardo Sassetti

13 Mar
HERBERTO HELDER POR MARIA JOÃO LUIS
Irene Lima violoncelo
Música J.S.Bach

PREÇÁRIO €5

CARTAS DE MOZART
19, 20 Mar
Sex, Sáb: 17h30
JARDIM DE INVERNO M/3

Mozart chegou a Viena em Março de 1781 com vinte e cinco anos de idade. As suas cartas retratam o contexto da época em que foram escritas. Mostram sobretudo como pensava e como reagia no quotidiano e de que forma se dirigia aos seus contemporâneos. De notar que o genial e irreverente compositor viveu apenas 35 anos de vida, tornando-se ainda assim um imortal. A reprodução de suas cartas revela um Mozart de espírito irreverente e brincalhão, em diversas ocasiões, criticando os excessos da nobreza de sua época ou sentindo-se injustiçado por não ter seu talento reconhecido.

Selecção Marco d’Almeida e Julia Jones
Direcção Musical Julia Jones
Leitura Marco d’Almeida
Orquestra Sinfónica Portuguesa dirigida por Julia Jones

PREÇÁRIO €10

Informações Úteis: 16 Jan a 20 Mar


Cortesia de Agenda Cultural de Lisboa

Poesia e Contos de Natal

No dia 22 de Dezembro de 2009, pelas 19 horas, realiza-se uma sessão de leitura de Poesia e Contos de Natal no Teatro Nacional Dona Maria II, que conta com a participação dos actores Ana Marta, Paula Sousa, Paulo B. e Rui Luís Brás dirigidos por Teresa Faria e ainda com o Coro dos Pequenos Cantores do Conservatório Nacional.

A entrada é livre.

Mais informações em www.teatro-dmaria.pt

Al-MaSRAH levam à cena «Álvaro e outras pessoas»

A poesia de Álvaro de Campos vai estar em destaque no espectáculo que o Al-MaSRAH Teatro vai estrear amanhã, dia 21 de Novembro, pelas 21h30, no Café-Teatro do Espaço da Corredoura, em Tavira.

As palavras do heterónimo pessoano, na sua lucidez amarga por onde ressoa uma solidão reflexiva, vão ser interpretadas, lidas e ditas, num encontro que o grupo pretende que seja de grande intimidade com o público e por onde poderão passar ainda outros ‘rostos’ de Fernando Pessoa.

É nessa perspectiva que o AL-MaSRAH espera que, no espectáculo, apareçam "pessoas interessantes" para escutar os poemas que o grupo quer partilhar mas também que tragam poemas, histórias ou divagações sobre o poeta e o seu ‘engenheiro’ Álvaro de Campos.

‘Álvaro e outras pessoas’ é a 15ª produção do AL-MaSRAH. Com direcção de Pedro Ramos, conta com as interpretações de Bruno Martins, Cátia Agria, Patrícia Amaral, Pedro Carvalho e Pedro Ramos.

O espectáculo terá outras sessões a 30 de Novembro e a 4, 5 e 7 de Dezembro, sempre no mesmo espaço e à mesma hora. O grupo informa ter ainda "música e vinho em ambiente de café--teatro" e desafia o público a participar.

Cortesia de Correio da Manhã

XaTa - Projecto de Poesia Teatral

Este projecto de poesia teatral parte de um repertório que inclui grandes nomes da poesia portuguesa. O XaTa é um projecto de poesia teatral para um público adulto. Recentemente, sentiu a necessidade de alargar este projecto a um público mais novo, criando assim o XaTa (para a infância).

XaTa pretende mostrar que a poesia não é chata, através de uma mostra poética intensa e com sentido de humor, levada a cabo em espaços de café-concerto e outros espaços não convencionais.

O projecto é um work in progress, vai estar sempre em alteração. Apresentando textos que vão desde a poesia clássica à poesia popular, prosa – poética, poesia infantil, trava línguas, almanaque do Porto entre outros poemas e textos. No caso do XaTa (para a infância) usa, também, livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura.

Associação Cultural – TENDA DE SAIAS

Cortesia de Rede Cultural

Poesia, teatro e música no 22º Sarau dos Amigos

Muito teatro e poesia têm destaque na programação do vigésimo segundo Sarau dos Amigos, nesta quinta-feira, dia 29 de outubro, das 19h às 22h, no bairro Universitário, em Campo Grande. O ator Guilherme Junqueira vai falar sobre o cotidiano e o comportamento das crianças, é a sua estréia no estilo da comédia “Stand up”. O Grupo Teatro Fulano Di Tal mostra cenas do espetáculo “Faz-me rir”. Jair Damasceno apresenta uma leitura do poema “Minha Pátria Campo Grande” de Maria da Glória Sá Rosa. O Núcleo Teatral Sarau dos Amigos traz o ator Juninho Patrício e sua comédia Stand up “O julgamento do Capeta”.

Na área de artesanatos estão confirmados os cachecóis da artesã Magda, além de esculturas de chocolate. As mandalas de Rosie de Oliveira ganham espaço na varanda do encontro, juntamente com a obra de Hugo Salum que encontrou na literatura e na arte da fotografar uma grande e nova paixão.

O jornalista Rodrigo Teixeira lança na comunidade do Bairro Universitário a Matula TV, disponível para acesso no site http://www.youtube.com/matulateve .


Outro destaque são os trechos do Espetáculo: “M.P.B - Muitas Paixões Brasileiras”, com coreografia e direção de Chico Neller e atuação dos bailarinos: Anayara Martins, Ariadne Veron, Fanny Cacilie, Laiane, Tanara maciel, Anderson, Everton, Hallison, Paulo Henrique e Paulo Paim.

O palco recebe a MPB e Black Music de Marcelo Dias, que faz um pré-lançamento do CD “Herdeiro”, produzido com apoio do FIC-MS. O pagode e samba do grupo “Moleque Sensação”, o Punk Rock da banda Puro Osso e a MPB da dupla Alfacelga, com Bira na percussão e Vítor na voz e violão. O encontro abre espaço para canjas musicais e outras manifestações artísticas sem agenda prévia.

Serviço: O Sarau dos Amigos acontece toda última quinta-feira do mês na casa do ator e jornalista Eduardo Romero. Rua Elvira Matos de Oliveira, 927, bairro Universitário, zona sul de Campo Grande. A entrada é um quilo de alimento não perecível, destinados às obras sociais dos Vicentinos. Informações pelos telefones (67) 9936-3909 (67) 9936-3909 ou 9239-4014.

Poesia em imagens e palavras

Hugo Salum é nascido na cidade de Amambai, Mato Grosso do Sul. Formado em Marketing, com MBA em Gestão Empresarial, lançou dia 25.09 em Campo Grande, sua primeira obra como escritor, “Grandes Ilusões Pequenas Verdades”. No livro, Salum resolveu expressar sentimentos, vontades, experiências, ansiedades, esperanças, sonhos e decepções.

A curiosidade pela fotografia sempre foi aguçada na vida de Hugo Salum e os primeiros poemas vieram a tona em 2006. De lá pra cá, as palavras foram fluindo, a cada dia com mais intensidade, e do acervo de fotos e poemas guardados a sete chaves, saiu esta belíssima obra composta por 150 poemas. Um livro diversificado que retrata segredos do pensamento de um ser humano.


Matula TV

A “Matula TV!” é uma produtora de conteúdo para a Internet e aparelhos móveis. A idéia é mapear, registrar e debater a cultura de Mato Grosso do Sul, além de ficar de olho no que rola pelos quatro cantos do Brasil e com os vizinhos sul-americanos. O endereço na internet é http://www.youtube.com/matulateve.

Cortesia de MS Notícias

La vida es la vida

A Fundação Pedro Ruivo apresenta no próximo dia 6 de Novembro um espectáculo de Teatro Negro, em sessão dupla, às 16h00 e às 21h30.

A representação não verbal é uma das características do teatro negro, sendo que este é a combinação de três dimensões básicas, o teatro negro cómico, a dança e a pantomímica.

Assim, esta companhia apresenta-se pela primeira vez em Portugal, com o espectáculo “La Vida es la Vida”, no original “Life is Life”, o único espectáculo que ostenta o privilégio de ser recomendado pelo CzechTourism.

Criado por Kratochvíl František, neste espectáculo o público pode assistir a cenas humorísticas e grotescas com uma poesia elaborada. As peças de dança contemporânea alternam com o ballet clássico, vinculando-se entre si graças aos personagens principias. No fundo, um espectáculo interactivo onde os espectadores são convidados a participar.

Cortesia de Região Sul

A revelação João Negreiros

O director artístico do Teatro Universitário do Minho, de 32 anos, foi laureado com cinco prémios no Brasil e em Portugal em apenas seis meses. A sua poesia chega este mês a dez palcos lusos

O matosinhense João Negreiros, de 32 anos, faz teatro e poesia desde a adolescência. Aos 16 anos, escreveu o primeiro livro, "Horas Extraordinárias" e, em breve, sai a sétima obra, com os monólogos "Bendita a Bruxa Má" e "O Dia Primeiro". Formou-se no Porto e em Lisboa, correu vários grupos, fundou a companhia itinerante …re…petição dando cem actuações por ano e interpretou 30 personagens numa só peça.

Criou ainda os projectos Literatura nas Escolas e Sentido de Amor, um teatro diário para vinte rádios nacionais. Nas entrelinhas continua a dar formação e é há alguns anos encenador e argumentista do Teatro Universitário do Minho (TUM). Este ano ainda teve fôlego para receber cinco galardões literários, dois deles no Brasil - o Prémio Internacional OFF FLIP em poesia, o Prémio Professora Therezinha Dutra Megale, o Prémio Irene Lisboa (3º lugar), o Prémio Nuno Júdice (Câmara de Aveiro) e ainda num escalão do Concurso Literário do Lions Club. "Calhou bem surgirem juntos", sorri.

Sim, ainda há mais. O seu livro "O Cheiro da Sombra das Flores" está entre as melhores obras de poesia ibérica de 2007 e 2008 e entrou na corrida ao Correntes d'Escritas'09. Por outro lado, após ter integrado a Antologia de Poesia da ASES, João Negreiros volta em breve a ser publicado no Brasil, pela OFF FLIP, que lhe atribuiu até uma rara bolsa de criação literária.

Os seus poemas também podem ser lidos diariamente nas janelas dos autocarros dos Transportes Urbanos de Braga, numa parceria com o Centro de Pesquisa e Interacção Cultural.

Falta ainda dizer que os seus versos, desde o neo-surrealismo à lírica conceptual e sonora, vão ter direito este mês à digressão nacional "Inspirar é Respirar". O percurso antológico de Negreiros será trazido pelas dizedoras Ana Catarina Miranda, Andreia Dantas, Catarina Rocha, Dina Costa e Eduarda Freitas, todas do TUM. "Haver cinco mulheres é marcante, os poemas entranham, é o sexo pelo melhor motivo", define o autor de "Os Vendilhões do Templo".

A Fundação Calouste Gulbenkian, IPJ, Universidade do Minho e Papiro Editora apoiam a iniciativa, que passa por Vila Real (dia 19), Porto (16 e 22), Braga (88 e 10), Coimbra (12), Lisboa (20) e Guimarães (21).

Cortesia de JN

Perfums de Lisbonne

Perfums de Lisbonne / Perfumes de Lisboa, criado em 2007, é um festival organizado pela companhia de teatro parisiense Cá e Lá, no bairro Beaubourg, em pleno coração de Paris, coincidindo no calendário com as festas populares do mês de Junho em Lisboa. Abrangendo cinema, teatro, poesia, dança, música e pela primeira vez, nesta terceira edição, pintura, o evento Lisboa e Paris mistura mundos, cidades, bairros e horizontes, entre azulejos e calçada, esplanadas e varandas, gritos de gaivotas no Tejo e o deslizar dos bateux mouche no Sena, passos de dança e ecos de vozes para, em conjunto, festejar a chegada do Verão e o prazer universal de tomar um café numa esplanada. Este ano os Parfums, pela magia da viagem, vêm cruzar olhares e cheiros com os Perfumes e são os Parfums em Lisboa. Haverá versos lidos e cantados, pintura e bailado, para ainda festejar um Verão que se despede e troca já o passo com o Outono, num ritmo de cores, imagens e odores.

Na Casa Fernando Pessoa, dia 24 de Setembro, pelas 18h30: Poesia em voz, em corpo, a cores... Vozes faladas de Ana Hatherly, Maria do Rosário Pedreira e Pedro Tamen que lêem poemas seus e de outros poetas. Isabel Vieira e Graça dos Santos, da companhia de teatro Cá e Lá, lêem em francês, e José Manuel Esteves, da Cátedra Lindley Cintra (Universidade de Nanterre) do Instituto Camões, em português. Vozes cantadas: Augusto Velloso-Pampolha acompanhado ao piano por Luísa Gonçalves. Versos bailados: Alice Martins e Adriano Martins. Colagem com palavras: jjpetit (artista plástico).

Programa do evento

Cortesia de CFP

Workshop: o Teatro através da Poesia

O CCPE - Centro de Criatividade Pró-Ensino está a organizar um workshop O Teatro através da Poesia para todos os curiosos, maiores de 18, a realizar nos dias 4, 5, 6, 11, 12 e 13 de Agosto das 19h30h às 22h nas instalações do CCPE. O preço é de 120EUR.

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