Mostrar mensagens com a etiqueta Plath. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Plath. Mostrar todas as mensagens

Poema Last Letter de Ted Hughes revisita os últimos momentos de Plath

Poema inacabado e inédito do marido da poetisa, Ted Hughes, revelado recentemente, revisita os últimos momentos de Plath e os acontecimentos dos dias anteriores, quando ele recebeu, antes do tempo, uma nota de suicídio. Last Letter é uma espécie de epílogo perfeito para uma tragédia de contornos shakespearianos: uma confissão.

"O que aconteceu naquela noite? Na tua definitiva noite?" A pergunta é de Ted Hughes, o poeta inglês que morreu em 1998, e abre a última mensagem que escreveu à mulher, a poetisa norte-americana Sylvia Plath. Last Letter é um longo poema de 150 linhas, reescrito, reescrito, reescrito e sempre inacabado, que Sylvia já não pôde ler - suicidou-se em Fevereiro de 1963, aos 30 anos, alguns meses depois de ele a ter abandonado para ir viver com outra mulher.

Escrito provavelmente durante a década de 1970 (Ted refere-o numa carta que, em 1998, escreveu ao Nobel Seamus Heaney), Last Letter foi publicado em Outubro pela revista New Statesman. Existem pelo menos três rascunhos diferentes do poema, todos semeados de inúmeras rasuras e emendas. Em Inglaterra, a revelação do documento causou comoção e teve honras televisivas, tendo uma parte de Last Letter sido lida pelo actor Jonathan Pryce, num programa que o Channel 4 dedicou ao achado.

Cortesia de O Público


The Disquieting Muses de Sylvia Plath


Partindo do quadro de Chirico com o mesmo título, depois da denúncia do papel da mulher-esposa, Sylvia Plath sufoca-nos com o seu retrato da mulher-filha, sobre a qual recai o peso insuportável de tudo o que a mãe (e a sociedade) dela espera e a que jamais ela poderá ou quererá corresponder.

THE DISQUIETING MUSES

Mother, mother, what ill-bred aunt
Or what disfigured and unsightly
Cousin did you so unwisely keep
Unasked to my christening, that she
Sent these ladies in her stead
With heads like darning-eggs to nod
And nod and nod at foot and head
And at the left side of my crib?

Mother, who made to order stories
Of Mixie Blackshort the heroic bear,
Mother, whose witches always, always
Got baked into gingerbread, I wonder
Whether you saw them, whether you said
Words to rid me of those three ladies
Nodding by night around my bed,
Mouthless, eyeless, with stitched bald head.

In the hurricane, when father's twelve
Study windows bellied in
Like bubbles about to break, you fed
My brother and me cookies and Ovaltine
And helped the two of us to choir:
'Thor is angry; boom boom boom!
Thor is angry: we don't care!'
But those ladies broke the panes.

When on tiptoe the schoolgirls danced,
Blinking flashlights like fireflies
And singing the glowworm song, I could
Not lift a foot in the twinkle-dress
But, heavy-footed, stood aside
In the shadow cast by my dismal-headed
Godmothers, and you cried and cried:
And the shadow stretched, the lights went out.

Mother, you sent me to piano lessons
And praised my arabesques and trills
Although each teacher found my touch
Oddly wooden in spite of scales
And the hours of practicing, my ear
Tone-deaf and yes, unteachable.
I learned, I learned, I learned elsewhere,
From muses unhired by you, dear mother.

I woke one day to see you, mother,
Floating above me in bluest air
On a green balloon bright with a million
Flowers and bluebirds that never were
Never, never, found anywhere.
But the little planet bobbed away
Like a soap-bubble as you called: Come here!
And I faced my traveling companions.

Day now, night now, at head, side, feet,
They stand their vigil in gowns of stone,
Faces blank as the day I was born.
Their shadows long in the setting sun
That never brightens or goes down.
And this is the kingdom you bore me to,
Mother, mother. But no frown of mine
Will betray the company I keep.


AS MUSAS INQUIETANTES


Mãe, mãe, que tia maldosa
Ou desfigurada e hedionda
Prima insensatamente tu não
Convidaste para o meu baptizado
E em seu lugar mandou estas damas
De cabeça a lembrar ovos de passajar,
Acenar à cabeça e aos pés da cama
E ao lado esquerdo da minha alcofinha?

Mãe, tu que a nosso pedido inventavas histórias
Do Mixie Blackshort, o ursinho valente,
Mãe, onde as bruxas acabavam sempre
No forno em biscoitos, já não sei agora
Se as vias ou se tu proferias
Palavras para me livrares daquelas três damas
A acenar à noite junto à minha cama,
Sem bocas nem olhos, cabeças peladas todas cosipadas.

No furacão, quando as doze janelas
Do estúdio do pai inflaram para dentro
Como bolhas quase a rebentar, tu deste
A mim e ao mano Ovaltine e biscoitos
E ajudaste-nos a cantarolar:
“Thor está zangado; bum bum bum!
Thor está zangado, mas não vamos ligar!
Mas aquelas damas partiram os vidros.

Quando as meninas bailavam em pontas
Agitando luzinhas como vaga-lumes
Cantando a cantiga do pirilampo, eu,
Escondida a um canto, não erguia os pés,
Pregados ao chão, de tutu a brilhar
Na sombra lançada pelas cabeças lúgubres
Das minhas madrinhas, e tu a chorar:
E a sombra alongou-se e a luz apagou-se.

Mãe, mandaste-me ter lições de piano
E elogiavas os meus arabescos
Mas os professores achavam-me os dedos
Hirtos como paus apesar das escalas
E das horas passadas a praticar,
E o ouvido embotado, um caso desesperado,
E eu aprendi, oh sim, aprendi, mas noutro lugar,
Com as musas, mãe querida, que não contrataste.

Um dia acordei e ali estavas, mãe,
A pairar no ar do mais puro azul
Num verde balão a luzir com um milhão
De flores e pássaros que nunca existiram
Nunca, nunca, nunca, em nenhum lugar.
Mas o planeta desfez-se no ar,
Bola de sabão, quando tu disseste: Vem cá!
E as companheiras de viagem então enfrentei.

E agora, dia e noite, à cabeceira, ao lado e aos pés,
Montam-me vigília com vestes de pedra,
Os rostos vazios de quando eu nasci.
Sombras alongadas no sol poente
Que nunca se apaga nem nunca se acende.
E é este o reino a que me trouxeste,
Mãe, mãe. Mas em meu semblante nada
Trairá as que me acompanham.

tradução de Ana Maria Chaves

Cortesia de PNET Literatura

Poema de Sylvia Plath inspirado em pintura de René Magritte


Poema de Sylvia Plath, inspirado no quadro Homenagem a Mack Sennett, de René Magritte, o primeiro de um ciclo de poemas em que a autora, partindo de uma pintura, aborda a abrangente e sedutora temática do feminino.

THE APPLICANT/O CANDIDATO

First, are you our sort of a person?
Do you wear
A glass eye, false teeth or a crutch,
A brace or a hook,
Rubber breasts or a rubber crotch,


Primeiro, é a pessoa que queremos?
Acaso usa
Olho de vidro, muletas ou dentadura
Prótese ou gancho,
Seios ou sexo de borracha,

Stitches to show something's missing? No, no? Then
How can we give you a thing?
Stop crying.
Open your hand.
Empty? Empty. Here is a hand

Pontos a mostrar que lhe falta qualquer coisa? Não, não?
Então como podemos dar-lhe alguma coisa?
Páre de chorar.
Abra a mão.
Vazia? Vazia. Ora aqui está uma mão

To fill it and willing
To bring teacups and roll away headaches
And do whatever you tell it.
Will you marry it?
It is guaranteed


Pronta a enchê-la e disposta
A trazer um chá e a aliviar enxaquecas
E fazer tudo o que lhe disser.
Quer casar com isto?
Dá a garantia

To thumb shut your eyes at the end
And dissolve of sorrow.
We make new stock from the salt.
I notice you are stark naked.
How about this suit


De lhe fechar os olhos no fim
E dissolver-se em mágoa.
Fazemos novo stock com o sal.
Vejo que está todo nu.
Que tal este fatinho

Black and stiff, but not a bad fit.
Will you marry it?
It is waterproof, shatterproof, proof
Against fire and bombs through the roof.
Believe me, they'll bury you in it.

Preto e engomado, mas nada mal cortado.
Quer casar com isto?
É à prova de água, à prova de choque, está provado
Que é à prova de fogo e bombas no telhado.
Vá por mim, vão enterrá-lo com ele.

Now your head, excuse me, is empty.
I have the ticket for that.
Come here, sweetie, out of the closet.
Well, what do you think of that ?
Naked as paper to start

Mas a sua cabeça, desculpe lá, está vazia.
Tenho remédio para isso.
Vem cá, minha linda, sai do armário.
Ora bem, que me diz a isto?
Nua como folha em branco para já

But in twenty-five years she'll be silver,
In fifty, gold.
A living doll, everywhere you look.
It can sew, it can cook,
It can talk, talk , talk.


Mas em vinte e cinco anos será prata,
Ouro em cinquenta.
Boneca de carne e osso, toda ela.
Isto sabe costurar e cozinhar,
Isto sabe falar, falar, falar.

It works, there is nothing wrong with it.
You have a hole, it's a poultice.
You have an eye, it's an image.
My boy, it's your last resort.
Will you marry it, marry it, marry it.

Isto funciona, não tem defeito.
Se tiver um buraco, é cataplasma.
Se tiver um olho, é imagem.
Meu rapaz, é o seu último recurso.
Quer casar com isto, casar com isto, casar com isto?

Cortesia de PNET Literatura

Filho de Sylvia Plath comete suicídio

O filho dos poetas Ted Hughes e Sylvia Plath, Nicholas Hughes, cometeu suicídio na semana passada, 46 anos depois da mãe ter se suicidado, noticía o jornal londrino The Times.

Nicholas Hughes, que sofria de depressão, suicidou-se dentro de casa no estado americano do Alasca, informou a irmã ao periódico inglês.

Nicholas Hughes era professor de ictiologia e ciências oceânicas na Universidade do Alasca-Fairbanks, mas recentemente havia renunciado ao cargo para instalar uma oficina de cerâmica em casa.

"Com profundo pesar devo anunciar a morte de meu irmão, Nicholas Hughes, que tirou a própria vida em 16 de março de 2009 na sua casa no Alasca", afirma Frieda Hughes num anúncio publicado pelo Times.

Nicholas Hughes era solteiro e não tinha filhos.

A sua mãe, Sylvia Plath, americana, cometeu suicídio em fevereiro de 1963 ao deixar aberto o gás da cozinha de casa, depois de ter vedado com toalhas o quarto dos filhos.

Ted Hughes, britânico, morreu em 1998, depois de ter vivenciado outra tragédia, quando a sua companheira Assia Wevill também cometeu suicídio com gás, matando ao mesmo tempo a filha do casal, em 23 de março de 1969.

Vários críticos acusaram durante muito tempo Hughes, por suas infidelidades conjugais, de ter sido a causa da morte da esposa.

O escritor inglês evitou durante anos comentar publicamente a morte de Plath, até publicar, pouco antes da morte, Cartas de Aniversário, uma obra na qual recorda os sentimentos da época.

Alguns críticos literários lamentam ainda que boa parte da notoriedade de Sylvia Plath se dever às circunstâncias de sua morte, e não a suas obras.

BIO - Sylvia Plath


Foram os últimos poemas escritos por Sylvia Plath. A 11 de Fevereiro de 1963, com 31 anos de idade, no seu apartamento de Londres, a poetisa punha termo á vida. Deixava dois filhos de tenra idade, um marido de quem estava a separar-se, um romance, A Campânula de Vidro, publicado apenas três semanas antes sob pseudónimo, um primeiro livro de poesia, The Colossus, de 1960, e vários textos inéditos. A recolha Ariel, organizada pelo viúvo, o poeta Ted Hughes, foi editada dois anos após a morte se Sylvia Plath, mostrando-a na maturidade do seu génio poético. Posteriormente vieram à luz duas outras colectâneas de poemas, Crossing the Water e Winter Tress (este inclui também a peça Three Women), além de um volume de correspondência organizada pela mãe, Letters Home, e de uma selecção de histórias, artigos e excertos de diário, Johnny Panic and the Bible of Dreams, também da responsabilidade de Ted Hughes. As circunstâncias da vida e da morte de Sylvia Plath criaram uma mitologia à sua volta que, mais do que esclarecer, tem contribuído para confundir as interpretações da sua obra. Uma coisa é certa: é uma obra forte, alheia a convenções, arrebatada e arrebatadora. Provavelmente de fundo autobiográfico, reflectindo uma ânsia de perfeição e verdade que a existência lhe negou. Na introdução à edição americana de Ariel, diz Robert Lowel: “tudo nestes poemas é pessoal, confessional, sentido, mas a maneira de sentir é alucinação controlada, a autobiografia de uma paixão. Esta poesia e esta vida não são uma carreira; dizem que a vida, mesmo quando disciplinada, simplesmente não vale a pena ser vivida”. Sylvia Plath nasceu em Boston, Massachusetts, de ascendência alemã e austríaca. Era uma menina dotada e ambiciosa, apoiada por um pai simultaneamente amado e odiado que morreu quando ela tinha oito anos. Na mãe, detestava o sentido da domesticidade. Adolescente, tem o privilégio de frequentar um estágio na Mademoiselle de Nova Iorque, que lhe inspira a matéria de A Campânula de Vidro (incluindo a tentativa de suicídio de heroína e o tratamento à base de choques eléctricos a que é submetida). Morre inacabada.


in Mulheres nas Letras, Mulheres dos Livros

Poetícia > Marcadores

Notícias (737) Poeta (655) Poesia (414) Eventos (369) Cultura (276) Poema (267) Literatura (200) Livros (158) Prémio (96) Citação (76) Pessoa (57) Brasil (54) BIO (53) CFP (51) Portugal (50) Falecimento (39) Internet (39) Lisboa (39) Arte (34) Português (34) Festival (31) Lançamento (31) Poetícia (29) Teatro (28) Exposição (26) Leitura (26) Concursos (24) IC (24) Pintura (24) Livro Raro (23) Internacional (21) Memória (21) Música (21) Revistas (21) Crónica (20) Europa (20) Feira do Livro (20) Blog (19) Camões (19) Lusofonia (19) Poesia Erótica (19) Ciclo Poetas do Mundo (18) Encontro (18) Autor (16) BN (15) Conferência (15) Cinema (14) Novos Autores (14) Entrevista (13) Livraria (13) Recital (13) Biblioteca (12) Dia Mundial da Poesia (12) Línguas (12) Sintra (12) Antologia (11) Colóquio (11) História (11) Mundo (11) Museu (11) SPA (11) PNET (10) Porto (10) Festa (9) Homenagem (9) Irene Lisboa (9) Itália (9) Andrade (8) Crianças (8) Crítica (8) DN (8) EUA (8) Política (8) Tradução (8) Triplov (8) CCB (7) Ciclo (7) Espanha (7) Espanhol (7) Espólio (7) Alegre (6) Algarve (6) Aniversário (6) António Pina (6) Artigo (6) Belo (6) CNC (6) Educação (6) Escritor (6) Espanca (6) Inédito (6) Liberdade (6) Natal (6) Poe (6) Promoção (6) Russia (6) Shakespeare (6) APEL (5) Angola (5) Botto (5) Breyner Andresen (5) Checa (5) Chile (5) Digital (5) Escrita (5) Estudos (5) Fotografia (5) Helder (5) Infantil (5) JN (5) Leilão (5) Lusiadas (5) Moçambique (5) Novalis (5) Pessanha (5) Plath (5) Quental (5) RTP (5) Torga (5) Um Poema por Semana (5) Vida (5) Whitman (5) África (5) APE (4) Alice Branco (4) Almada (4) Argentina (4) Açores (4) Baudelaire (4) Cabo Verde (4) Cervantes (4) Ciência (4) Coimbra (4) Drummond de Andrade (4) Editora (4) Ernane C. (4) Espectáculo (4) Filipe de Fiuza (4) Filme (4) Filo-café (4) Fonseca (4) Gama (4) Gulbenkian (4) Ibérica (4) Informação (4) Literacia (4) Lourenço (4) Madeira (4) Neruda (4) O'Neill (4) Pais Brandão (4) Pascoaes (4) Ramos Rosa (4) Rimbaud (4) Régio (4) Surrealismo (4) Tavira (4) Teresa Horta (4) Tolentino Mendonça (4) Universidade (4) Actualidade (3) Al Berto (3) Ameríndios (3) América (3) Arruda dos Vinhos (3) Barreiro (3) Barros (3) Borges (3) Byron (3) Carlos de Oliveira (3) Celan (3) Cesariny (3) Coreia (3) Correntes d'Escritas (3) Cursos (3) Dança (3) Debate (3) Dia Mundial do Livro (3) Economia (3) Eliot (3) Escola (3) Especial Poetícia (3) FBP (3) Fado (3) Famalicão (3) Filósofo (3) França (3) Funchal (3) Garcia Lorca (3) Gedeão (3) Goethe (3) Gomes Ferreira (3) Governo (3) Gusmão (3) Hölderlin (3) Japão (3) Jornal (3) Junqueiro (3) Júdice (3) Keats (3) Latinidade (3) Luisa Amaral (3) Mirandês (3) Mourão-Ferreira (3) Natureza (3) Nava (3) Neo-realismo (3) Nerval (3) Nietzsche (3) Nobel (3) Nova Águia (3) Ondina Braga (3) Opinião (3) Palestra (3) Paris (3) Popular (3) Pushkin (3) RAP (3) Rapper (3) Salvado (3) Saramago (3) Silves (3) Silêncio (3) Sociedade (3) Sá-Carneiro (3) Tagore (3) Tamen (3) Tasso (3) Tertúlia (3) Turquia (3) Viagens (3) Vieira (3) Walcott (3) Yeats (3) 2º Aniversário (2) Akhmadulina (2) Alagamares (2) Alentejo (2) Alighieri (2) Almeida (2) Almira Medina (2) Ar livre (2) Ariosto (2) Arquitectura (2) Artaud (2) Avis (2) Azenha (2) Bachmann (2) Bai (2) Baptista (2) Barco (2) Bashô (2) Berardinelli (2) Bienal (2) Blake (2) Bocage (2) Bolsas (2) Brecht (2) Bugalho (2) CPLP (2) Cacela Velha (2) Café (2) Caldas da Rainha (2) Campos (2) Cancioneiro (2) Cannes (2) Capital (2) Carlos Cortez (2) Carnaval (2) Carvalho (2) Casa (2) Cascais (2) Castelo Branco (2) China (2) Cidadania (2) Cidade (2) Concreto (2) Congresso (2) Conto (2) Correia (2) Costa (2) Crise (2) Cruz (2) Cruz e Silva (2) Cuba (2) Culturest (2) Cummings (2) Daniel (2) Darwich (2) Deus (2) Divulgação (2) Diónisos (2) Echevarría (2) Falero (2) Freitas (2) Fu (2) Futurismo (2) Gancho (2) Garcias (2) Gomes (2) Google (2) Gotemburgo (2) Guarda (2) Gullar (2) Hatherly (2) Herculano (2) Hikmet (2) Hip-Hop (2) Homero (2) Hughes (2) Humor (2) Ideias (2) Imagem (2) Inauguração (2) Inglaterra (2) Inovação (2) Jacinto (2) Jazz (2) John-Perse (2) José Forte (2) Jovem (2) Juyi (2) Kipling (2) Klimt (2) Lacerda (2) Lautreamont (2) Leal (2) Letras (2) Leya (2) Lima (2) Maiakovski (2) Manifesto (2) Mar (2) Margarit (2) Mediterranea (2) Momento (2) Montale (2) Moraes (2) Mostra (2) Mulher (2) Musset (2) Negreiros (2) Nemésio (2) Nobre (2) Oriente (2) Osório (2) Ovar (2) Ovídio (2) PEN (2) Petrarca (2) Piaget (2) Picasso (2) Pindaro (2) Pitta (2) Pobreza (2) Pound (2) Póvoa do Varzim (2) Qatrân (2) Quintana (2) Revolução (2) Rilke (2) Robô (2) Rock (2) Russo (2) Safo (2) Santos (2) Sarau (2) Seferis (2) Seminário (2) Sena (2) Setúbal (2) Shan (2) Shelley (2) Silva Carvalho (2) Szymborska (2) São Tomé e Principe (2) Tennyson (2) Thomas (2) Turismo (2) USA (2) Ubarana (2) Verde (2) Video (2) Wordsworth (2) Workshop (2) Zhi (2) Zimbabue (2) África do Sul (2) 1870 (1) 2012 (1) A Trama (1) ABL (1) ACAPO (1) ACAT (1) Abril (1) Academia (1) Acordo Ortográfico (1) Adoum (1) Agamben (1) Agricultura (1) Aguiar e Silva (1) Aigner (1) Akhmátova (1) Al-Mu'tamid (1) Alain Bosquet (1) Alba (1) Aleixo (1) Alemanha (1) Almedina (1) Almeida e Sousa (1) Alorna (1) Alquímia (1) Alves (1) Alves Redol (1) Alzheimer (1) Ambiente (1) Amesterdão (1) Amichai (1) Amnistia Internacional (1) Amor (1) Amália (1) América Latina (1) Anjos (1) Ankara (1) Ano Novo (1) Anónimo (1) Ap Gwilym (1) Apollinaire (1) Apostas (1) Argumento (1) Ariadna (1) Arquíloco (1) Artista (1) Associação Âncora (1) Ateliê (1) Auden (1) Avelar (1) Aventura (1) Award (1) Azevedo (1) BB (1) BD (1) Baba (1) Bacelar (1) Baena (1) Balear (1) Banco de Livros (1) Bandeira (1) Barcelona (1) Barnes and Noble (1) Bebés (1) Behbahani (1) Beira (1) Belgrado (1) Bellman (1) Bem-vindo (1) Benavente (1) Benedeit (1) Benedetti (1) Benfeita (1) Bengala Branca (1) Benn (1) Berlin (1) Bertrand (1) Bessa (1) Bicentenário (1) Bilac (1) Bioarte (1) Birds of America (1) Bishop (1) Blaga (1) Botelho (1) Braille (1) Brasilia (1) Breton (1) Brines (1) Britiande (1) Brito (1) Brito e Abreu (1) Brochado (1) Browning (1) Bueno (1) Burns (1) Buson (1) Buñuel (1) Bíblia (1) CCPE (1) CVC (1) Cabrita (1) Caeiro (1) Calderón (1) Caminhada (1) Campanha (1) Campino (1) Campion (1) Campo (1) Canada (1) Candidatura (1) Caneta (1) Canto (1) Cardenal (1) Cardiff (1) Carlos Williams (1) Carneiro (1) Carson (1) Cartas (1) Casa Mateus (1) Casais Monteiro (1) Castro (1) Catalão (1) Catroli do Carmo (1) Causas (1) Cavafy (1) Cavalcanti (1) Cegueira (1) Celebração (1) Cendrars (1) Chagas (1) Chandong (1) Char (1) Chaucer (1) Chen-Ch'ing (1) Cheng (1) Christensen (1) Chá (1) Claraval (1) Clifton (1) Cochofel (1) Coleridge (1) Comboio (1) Competição (1) Comunidade (1) Condenação (1) Convenção (1) Conversa (1) Cordelismo (1) Corona (1) Correia d'Oliveira (1) Correspondência (1) Cortesão (1) Couto Viana (1) Coyolchiuhqui (1) Crane (1) Criatividade (1) Cristina César (1) Cros (1) Cruzeiro (1) Crítico (1) Cuetzpaltzin (1) Cullen Bryant (1) Cupertino de Miranda (1) Cátedra (1) Césaire (1) César (1) Da Vinci (1) Danças com História (1) Dao (1) Data (1) De Castro (1) Delvaux (1) Denka (1) Descoberta (1) Desconhecido (1) Design (1) Desporto (1) Dia Mundial da Árvore (1) Dia de Camões (1) Dicionário (1) Dickinson (1) Direito de Autor (1) Direitos Humanos (1) Discriminação (1) Documentário (1) Dona Maria (1) Donne (1) Dramaturgo (1) Duarte de Carvalho (1) Dublin (1) Ducasse (1) Durban (1) Duro (1) Díli (1) E-learning (1) Edimburgo (1) Eduardo Lourenço (1) Efrém (1) Egipto (1) Ehoua (1) Eldár (1) Eluard (1) Eléctrico (1) Elísio (1) Emerson (1) Emigrante (1) Emilio Pacheco (1) Emílio Pacheco (1) Encontro Internacional de Poetas (1) Ensaio (1) Ensino (1) Equador (1) Erba (1) Escultor (1) Escultura (1) Eslováquia (1) Eslovénia (1) Esoterismo (1) Espaço (1) Espírito Santo (1) Esquilo (1) Estatística (1) Europeana (1) Exclusão Social (1) Experiências (1) Exportação (1) Facebook (1) Fantástico (1) Faraz (1) Faria (1) Farrokhzad (1) Feijó (1) Feira (1) Felipe (1) Felício (1) Feminino (1) Figueiredo Sobral (1) Fim (1) Fim de Poetícia (1) Fliporto (1) Florença (1) Floriano Martins (1) Formação (1) Francês (1) Frei (1) Freire (1) Freixo de Espada à Cinta (1) Friol (1) Frost (1) Frágil (1) Fundação (1) Fundação Calouste Gulbenkian (1) Fundação Inês de Castro (1) Futebol (1) Fábrica (1) Férin (1) Fórum (1) Galeria (1) Galêgo (1) Garrett (1) Gelman (1) Gil (1) Godward (1) González (1) Grade (1) Granada (1) Gratuito (1) Graves (1) Graça Moura (1) Graça de Abreu (1) Grimshaw (1) Grã-Bretanha (1) Grécia (1) Guerra Colonial (1) Guimarães (1) Guiness (1) Guiné-Bissau (1) H.D. (1) Hadfield (1) Haiku (1) Heaney (1) Henriques (1) Heraclito (1) Hino de Portugal (1) Holanda (1) Holub (1) Homem de Mello (1) Hugo (1) Huigen (1) Humanidade (1) IPLB (1) ISPA (1) Importação (1) Inscrições (1) Inés de la Cruz (1) Inútil (1) Iraque (1) Islão (1) Istambul (1) Jacob (1) Jamís (1) Jay-Z (1) Jordânia (1) Jorge (1) Jornal de Letras (1) Jornalismo (1) José Borges (1) Joyce (1) Kahlo (1) Khayyam (1) Khonds (1) Klopstcock (1) Knopfli (1) Kobayashi (1) Komrij (1) Kontrastes (1) Kundera (1) Kung (1) Kwesi Johnson (1) La Féria (1) Lagos (1) Lamartine (1) Lamego (1) Lasker-Schuler (1) Laučik (1) Laâbi (1) Lei (1) Leitor (1) Lello (1) Lempicka (1) Leopardi (1) Lermontov (1) Letras Eternas (1) Lima Freire (1) Limaverde (1) Lituânia (1) Livreiros (1) Livro de Bolso (1) Llansol (1) Lobato Faria (1) Logau (1) Londres (1) Longfellow (1) Lopes (1) Lopes Mota (1) Louis Stevenson (1) Loulé (1) Luanda (1) Lucas (1) Lun (1) Lusa (1) Luxenburgo (1) Luz (1) Luís Mendonça (1) Luís Tavares (1) Lêdo Ivo (1) MRR (1) MacMhuirich (1) Macedo (1) Machico (1) Madrid (1) Mafra (1) Magaia (1) Magritte (1) Mallarmé (1) Mandelstam (1) Manguel (1) Manjas (1) Manuscrito (1) Maputo (1) Maratona (1) Margarido (1) Marginal (1) Maria Lisboa (1) Martins (1) Martí (1) Mascarenhas (1) Matisse (1) Matos e Sá (1) Matosinhos (1) Mavila (1) Mecenato (1) Mensagem (1) Menéres (1) Mercado Livreiro (1) Merini (1) Millares Sall (1) Milosz (1) Milton (1) Ministério da Cultura (1) Mirabai (1) Mistral (1) Mondrian (1) Monroe (1) Montecinos (1) Montejo (1) Moore (1) Morrison (1) Mota (1) Multimédia (1) Máquinas de Escrever (1) Narek (1) Nascimento (1) Nave (1) Nazaré (1) Nejar (1) Neto (1) Neto Jorge (1) Neves (1) Nexe (1) Noite (1) Nova Era (1) Nova Yorque (1) Nova Zelândia (1) Novidade (1) Novo (1) Nuove Voci (1) Náutica (1) O'Hara (1) ONU (1) Obama (1) Oeiras (1) Olhão (1) Onestes (1) Opera (1) Outono (1) Oxford (1) PLAV (1) Pacheco (1) Palavra (1) Palavra Ibérica (1) Palmela (1) Pampano (1) Paraná (1) Paraty (1) Pardal (1) Parfums de Lisbonne (1) Parménides (1) Parque (1) Pashtun (1) Pasolini (1) Passeio (1) Passos (1) Pasternak (1) Patraquim (1) Património (1) Pavese (1) Paz (1) Pecora (1) Pedro Guisado (1) Pedrosa (1) Peniche (1) Penna (1) Pereira Dias (1) Personalidades (1) Petição (1) Pigmeus (1) Pignatari (1) Pinter (1) Pinto do Amaral (1) Pires Cabral (1) Pitágoras (1) Piva (1) Pizarnik (1) Pluresia (1) Poema Visual (1) Poesia Experimental (1) Poesia Visual (1) Poetria (1) Poetry Slam (1) Poiesis (1) Polegatto (1) Popa (1) Pope (1) Portal (1) Portalegre (1) Portugal Telecom (1) Portuguesia (1) Postal (1) Powell (1) Praga (1) Presidência (1) Primavera (1) Projecto (1) Prosa (1) Prévert (1) Psicanálise (1) Psicologia (1) Pucheu (1) Pulquério (1) Quadros (1) Quasimodo (1) Queiroz (1) Qunanbayuli (1) Rasteiro (1) Realismo (1) Rebordão Navarro (1) Recorde (1) Rede Social (1) Reflexão (1) Rei (1) Reid (1) Reis (1) Reis Pereira (1) Relatório (1) Religião (1) Renoir (1) Reportagem (1) República (1) Resende (1) Residência (1) Reunião (1) Reznikoff (1) Ribatejo (1) Ribeiro (1) Rio Maior (1) Rio de Janeiro (1) Rios (1) Riqueza (1) Rita Lopes (1) Robbe-Grillet (1) Rocha (1) Rodrigues (1) Rojas (1) Rossetti (1) Rua (1) Rui de Sousa (1) Rumi (1) Russa (1) Rússia (1) Sa Du La (1) Saba (1) Sabrosa (1) Salazar Sampaio (1) Samba (1) Sameiro Barroso (1) Sanguineti (1) Sant'Anna (1) Santo Tirso (1) Saraiva (1) Sarajlic (1) Sartes (1) Scott-Heron (1) Seixal (1) Selene (1) Sepé Tiaraju (1) Serralves (1) Sertã (1) Sesc (1) Sexo (1) Sfinx (1) Shang-Yin (1) Shibata (1) Shiki (1) Shiking (1) Simões Dias (1) Soares de Passos (1) Soei (1) Solidariedade (1) Sousa Santos (1) Spoken Word (1) Stein (1) Stevens (1) Suicídio (1) Swenson (1) Swinburne (1) São Brás de Alportel (1) São João da Madeira (1) São Luis (1) São Paulo (1) Século XXI (1) Sénior (1) Sófocles (1) Tafdrup (1) Talento (1) Tao Yuanming (1) Tarkovskii (1) Teatro Negro (1) Tecnologia (1) Tejo (1) Teleutas (1) Televisão (1) Telles de Menezes (1) Terapia (1) Terra (1) Terras do Bouro (1) Textualino (1) Thiruvalluvar (1) Tibério (1) Timor (1) Tizatlan (1) Tokyo (1) Tordesilhas (1) Torneio (1) Torres Filho (1) Tovar (1) Trakl (1) Tranströmer (1) Tsvetayeva (1) Turco (1) Tzara (1) (1) UEP (1) UNESCO (1) UNICEPE (1) Ungaretti (1) União (1) Urbana (1) Valentino (1) Valmiki (1) Valéry (1) Veneza (1) Venezuela (1) Verlaine (1) Vigo (1) Vila Franca de Xira (1) Vila Nova de Cerveira (1) Vila Nova de Foz Côa (1) Vila Real de Santo António (1) Vilaret (1) Villon (1) Virgílio (1) Virgínio (1) Volte-Face (1) Voznessenski (1) Walser (1) Web-Jornal (1) Well (1) Whittier (1) XL (1) Xi (1) Yesenin (1) Yevtushenko (1) Yoka (1) You (1) Yuan (1) Zambrano (1) Zaratustra (1) Zuhyar (1) Zunhis (1) de la Vega (1) von Bingen (1) we are more (1) Árabe (1) Épico (1) Índia (1)