E por vezes as noites duram meses

E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes

encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes

ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos

E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos

David Mourão-Ferreira

Novo prémio para poetas estreantes

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) anunciou a criação do Prémio David Mourão-Ferreira, a atribuir anualmente, a partir de 2010, a uma obra de estreia de poesia de um autor português publicada no ano anterior em Portugal. O prémio tem uma dotação pecuniária de 2000 euros e poderá ser atribuído ex-aequo, não havendo, porém, menções honrosas.

Cortesia de Diário Digital

LIVRO RARO - Obras Poéticas

BACELAR, António Barbosa (1610-1663). Obras poéticas . . . . Mafalda Ferin Cunha, ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, Serviço de Educação e Bolsas, 2007. Série de Cultura Portuguesa. Lge. 8°. ISBN: 978-972-31-1213-9.

O editor oferece um excelente estudo introdutório e a crítica completa de contextualização da obra. Sobre António Barbosa Bacelar, um dos mais representativos poetas portugueses do barroco, ver Bell, Literatura Portuguesa, p. 256; Saraiva & Lopes, História da literatura portuguesa (16ª ed.), pp. 384, 492, 495, 502; Zulmira Santos em Machado, ed., Dicionário de literatura portuguesa, pp. 44-5; e Isabel Morujão in Biblos, I, [505-6].

Colóquio Internacional «Poe e Criatividade Gótica»

O Colóquio Internacional Poe e Criatividade Gótica, organizado pelo grupo de Estudos Americanos do CEAUL (Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa) decorrerá em vários locais de Lisboa entre 18 e 20 de Março, para comemorar o bicentenário do nascimento deste autor. A Faculdade de Letras acolherá sessões académicas, decorrendo outros eventos na Cinemateca, na Casa Fernando Pessoa, na Biblioteca Nacional e no Bar Incógnito. A iniciativa contará com a presença de reputados especialistas internacionais – Fred Botting, Darryl Jones, Henri Justin e George Monteiro – e de escritores e artistas, tais como António de Macedo, David Soares, Fernando Guerreiro, Fernando Pinto Ribeiro, Filipe Abranches, Filipe Melo, Hélia Correia, José Luís Peixoto, Luís Filipe Silva, Paula Ribeiro, Pedro Mexia e Rui Lage.

Cortesia de CFP

CITAÇÃO - Fernando Pessoa

O Homem não sabe mais que os outros animais; sabe menos. Eles sabem o que precisam saber. Nós não.

António Ramos Rosa é candidato ao Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana

António Ramos Rosa foi o poeta indicado pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) para a 18ª edição do Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana, um dos galardões literários de maior prestígio no espaço hispânico.

A candidatura de Ramos Rosa ao prémio teve em conta, segundo nota da SPA, "a grandeza e a representatividade" da obra do autor de "O Ciclo do Cavalo" e o "Incêndio dos Aspectos", entre outros títulos de uma vasta bibliografia poética.

Já no ano passado, a cooperativa de autores apresentara a candidatura de Ramos Rosa ao prémio, que tem a dotação pecuniária de 42100 euros. Sophia de Mello Breyner Andresen foi a vencedora na edição de 2003.

Em declarações à Lusa, José Jorge Letria, da direcção da SPA, salientou haver "todas as razões" para o nome de Ramos Rosa ser pela segunda vez proposto, consideradas "a qualidade, a continuidade e a estabilidade" da obra do poeta. É esta a primeira vez que o nome de um candidato português é proposto duas vezes consecutivas ao prémio.

Em edições anteriores foram distinguidos, além da poetisa de "Livro Sexto", os espanhóis José Hierro, José Angel Valente, Antonio Gamoneda e José Manuel Caballero Bonald, o brasileiro João Cabral de Melo Neto, o colombiano Álvaro Mutis, o uruguaio Mario Benedetti e o chileno Nicanor Parra.

Além do prémio pecuniário, assinala a SPA, o vencedor "verá a sua obra antologiada, analisada nas jornadas de estudo na Universidade de Salamanca e consagrada com um recital no Palácio Real de Madrid".

O galardão tem por objectivo distinguir o conjunto da obra poética de um autor vivo que, pelo seu valor literário, constitua uma contribuição relevante para o património cultural partilhado pela comunidade ibero-americana.

Ramos Rosa, 85 anos, nascido em Faro, é um dos mais conceituados poetas portugueses, autor de uma vasta obra poética em que avultam títulos, muitos deles premiados, como "O Grito Claro", "Sobre o Rosto da Terra", "Estou Vivo e Escrevo Sol", "A Construção do Corpo", "A Pedra Nua", "Ciclo do Cavalo", "O Incêndio dos Aspectos", "Figuras Solares", "O que não pode ser dito" e "Génese seguido de Constelações".

Dos livros de ensaio que publicou destacam-se "Poesia, liberdade livre" e "Incisões Oblíquas: estudos sobre poesia portuguesa contemporânea".

Cortesia de O Público

19º Edição da Expolíngua Portugal 2009

A Expolíngua – Salão Português de Língua e Culturas regressa a Lisboa para a 19º edição entre os dias 4 e 6 de Março no Centro de Congressos de Lisboa. Os objectivos do evento mantêm-se: promover e divulgar a importância do estudo de línguas e do conhecimento de novas culturas. Este ano, o convidado de honra é a Língua Portuguesa e a Lusofonia. A par da feira, onde é possível encontrar uma série de entidades ligadas à educação e à cultura, decorre um vasto programa cultural que inclui workshops, teatro, cinema, debates e conferências. A entrada é gratuita, assim como a participação nas diferentes actividades (com excepção do teatro interactivo).

www.expolingua.pt

Psicologia da Composição

- Para que o poeta escreve?
- Para não esquecer.
- Para que então ele publica?
- Para esquecer

Rubens Rodrigues Torres Filho

Poema enviado por Tiago Pavan no 1º Aniversário Poetícia

1º Aniversário do blogue Poetícia

Um ano depois da abertura do blogue Poetícia, os criadores e autores do blogue congratulam todos os leitores e intervenientes convidando-os, para celebrar o primeiro aniversário, a enviar poemas pessoais ou de autores nacionais ou estrangeiros para poderem ser publicados no próximo dia 20 de Fevereiro.

A média de cliques diária do blogue durante o primeiro ano foi de 16, marca inigualável para um blogue sobre Poesia, para Poesia, de Poesia, de Poetas, de Poemas procurando a notícia em volta do mundo poético.

Obrigado a todos nós.

XXI

Nos olhos traz a minha dama Amor,
Assim o que ela olha se enobrece;
Quando ela passa, todo o olhar a segue
E a quem saúda o coração estremece.
Tal que, baixando o rosto, desfalece,
De todo o seu defeito então suspira;
Perante ela se vão soberba e ira.
Senhoras, ajudai-me a enaltecê-la.

Toda a doçura, humílimo pensar
No peito nasce a quem a ouvir falar;
Louvado seja aquele que a reconhece!
O que ao sorrir um pouco ela parece
Não se pode dizer nem recordar,
Pois é milagre novo e para honrar.

Dante Alighieri

(soneto da Obra Vita Nuova traduzido por José V. Pina Martins)

Prémios Literários do Pen Clube Português

Para as melhores obras publicadas no decorrer de 2008 nas modalidades de Poesia, Ensaio e Ficção e Primeira Obra. Entrega das obras até dia 20 de Fevereiro de 2009.

Regulamento

1. Os prémios literários do P.E.N. Clube Português destinam-se a galardoar anualmente as melhores obras publicadas no ano anterior, em língua portuguesa e em 1ª edição, nas modalidades de POESIA, ENSAIO e FICÇÃO.
1.1. Foi entretanto criado um novo Prémio destinado a galardoar anualmente uma PRIMEIRA OBRA nas referidas modalidades.
2. Os prémios, que têm o patrocínio do INSTITUTO PORTUGUÊS DO LIVRO E DAS BIBLIOTECAS, são prémios pecuniários do valor de 5000 euros em cada uma das modalidades.
2.1. O Prémio para PRIMEIRA OBRA tem o valor pecuniário de 2500 euros.
3. O P.E.N. Clube Português procurará divulgar as obras premiadas, nomeadamente no estrangeiro (dadas as suas ligações internacionais), por todos os meios ao seu alcance.
4. Os júris serão, para cada uma das modalidades, compostos por três membros nomeados pela Direcção do P.E.N. Clube Português, um dos quais pelo menos, será um Autor conceituado no género em apreço.
4.1. No caso do prémio de PRIMEIRA OBRA o júri será constituído pelo Presidente do P.E.N. Clube e de um elemento de cada um dos Prémios tradicionais do P.E.N. Clube.
5. Serão consideradas todas as obras publicadas nas condições estabelecidas no n.º 1 deste Regulamento, independentemente do facto de terem ou não sido enviadas ao P.E.N. Clube Português.
5.1. Porém, e para facilitar a tarefa dos júris, o P.E.N. recomenda aos Editores e/ou Autores que das obras publicadas no período considerado sejam enviados três exemplares para o endereço: Rua Embaixador Martins Janeira, 15-6º. Esqº.—1750-097 LISBOA.
6. Os prémios não poderão ser atribuídos a Autores que os tenham ganho, na mesma modalidade, num dos cinco anos anteriores.
7. Os prémios serão atribuídos e divulgados, salvo caso de força maior, até 31 de Outubro de cada ano.
8. Os júris, se assim o entenderem, poderão não atribuir os prémios.
9. Da reunião final de cada júri será lavrada uma acta, da qual constará se o prémio foi atribuído por maioria ou por unanimidade.
10. A entrega dos prémios será feita em cerimónia pública organizada pelo P.E.N. Clube.

Todas as cartas de amor são ridículas

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

Álvaro de Campos

Futurismo Português

Uma mesa-redonda sobre o Futurismo português, no centenário da publicação do manifesto do movimento de Marinetti, marcou sábado passado a cerimónia de encerramento do 1º semestre dos cursos de Português que decorrem no Centro Cultural Português - Instituto Camões de Paris.

O texto escrito pelo poeta italiano Filippo Tommaso Marinetti, e publicado no jornal francês Le Fígaro, a 20 de Fevereiro de 1909, estabeleceu uma ruptura com os modelos tradicionais da expressão artística.

O impacto deste movimento nas letras e nas artes portuguesas foi abordado por José Manuel Esteves, José Salgado e Pierre Léglise-Costa.

José Manuel Esteves, titular da cátedra Lindley Cintra na Universidade Paris Ouest-Nanterre La Defense, definiu o Futurismo como um movimento literário e artístico ao qual se ligaram várias escolas de arte de vanguarda, os famosos 'ismos' do início do século, balizadas entre 1909 e 1925.

O professor universitário, que evocou os princípios defendidos por Marinetti e fez uma breve apresentação de ‘Orpheu' como «um texto preocupado», situou o modernismo português num contexto europeu mais vasto ao nível da literatura e de outras artes, de modo a mostrar o cosmopolitismo dos seus agentes.

Sublinhou ainda a vitalidade dessa geração, através da profusão de revistas, como ‘Exílio', ‘Centauro', ‘Icaro', ‘Contemporânea', ‘Sudoeste', ‘Athena' e, em particular, ‘Portugal Futurista' (1917) da qual leu extractos do Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX, de Almada Negreiros, assim como do manifesto Anti-Dantas do mesmo autor.

José Manuel Salgado, leitor na Universidade de Paris IV/Sorbonne falou sobre o impacto do movimento futurista na literatura portuguesa.

Identificou dois modelos de adesão ao Futurismo literário no contexto português: um modelo mais ortodoxo, exemplificado na fase inicial da obra de Almada Negreiros, e outro modelo, menos programático, mais heterodoxo, que incorpora influências do ideário futurista, mas que transcende o carácter programático desse movimento, criando obras de dimensão mais intemporal e universal.

Esta tendência, considerou, encontraria a sua expressão máxima no sensacionismo futurista da Ode Triunfal de Álvaro de Campos, da qual foram lidos alguns excertos.

Pierre Léglise-Costa, docente da Universidade de Paris VIII, crítico e tradutor de Fernando Pessoa para francês, falou por seu lado de Santa Rita Pintor que, em Paris, conheceu directamente as obras dos pintores futuristas italianos, tais como Balla e Boccioni, e tentou criar a partir de 1914 em Lisboa um movimento pictórico futurista.

Antes de morrer em 1918 com a gripe espanhola, Santa Rita Pintor mandou queimar todas as obras. Só restaram um auto-retrato, aliás, de facto, «assaz futurista», segundo Léglise-Costa, e um Orfeu no Inferno, mostrado uma única vez em público na exposição Pessoa na Europália 1991.

O pintor português participou também na ‘Revista Futurista', na qual entraram os dois outros artistas que se podem considerar ligados mais ou menos ao movimento futurista, segundo o docente francês.

Amadeo de Souza-Cardoso, afirmou, também vivia em Paris no começo do século XX até à sua participação na célebre exposição do Armory Show, em Nova Iorque (1913).

Conheceu pois, segundo Léglise-Costa, todos os movimentos vanguardistas da época, entre os quais o Futurismo. Certos quadros com as suas rupturas rítmicas, a escansão dos ângulos e triângulos e a repetição das formas estão ligados ao futurismo à maneira de Balla, referiu.

Mas é evidente, no dizer do docente universitário francês, que a influência do cubismo (exposição capital de 1911 em Paris), do trabalho dos Delaunay (os prismas luminosos solares de Robert Delaunay, por exemplo) e das colagens vão-se sintetizar no trabalho de Souza Cardoso com mais maturidade.

Léglise-Costa assinala também um paralelo com Fernand Léger (por exemplo o homem mecânico e a tela sem profundidade, mostrando vários objectos num mesmo plano).

O terceiro artista «indiscutivelmente» ligado ao movimento futurista foi, no dizer de Léglise-Costa, José de Almada Negreiros, com os seus happenings públicos, os seus "Ultimatos", a sua participação nas revistas ‘Orpheu' e ‘Futurista' e igualmente certos quadros da época que denotam sobretudo uma influência de Picasso (como o auto-retrato de 1917).

Estes pintores portugueses operam uma síntese entre várias correntes às quais juntam um «toque» português único, segundo o crítico francês.

Após a mesa-redonda, a directora do Centro Cultural Português/IC, Fátima Ramos, procedeu à distribuição dos certificados e diplomas aos alunos de Língua Portuguesa.

Cortesia de IC

Gastão Cruz vence 10.º Prémio Correntes d'Escritas

O poeta Gastão Cruz é o vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído no âmbito do encontro de escritores de expressão ibérica Correntes d´Escritas, com o livro A Moeda do Tempo. O galardão, no valor de 20 mil euros, foi atribuído a Gastão Cruz por unanimidade de um júri constituído pelos escritores Ana Luísa Amaral, Casimiro de Brito, Jorge Sousa Braga, Fernando Guimarães e Patrícia Reis, anunciou a organização na sessão de abertura oficial da 10ª edição do encontro, realizada no renovado Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim.

Cortesia de Diário Digital

10º Encontro Correntes d´Escritas

Do total de autores portugueses, espanhóis, africanos e latino-americanos convidados - o dobro dos participantes nas edições passadas - 34 estão pela primeira vez presentes no encontro em que, ao longo de quatro dias, os temas em debate são retomados de anos anteriores, numa espécie de «edição comemorativa» dos 10 anos de vida, e está previsto o lançamento de 35 livros.

Juan José Millás (Espanha), Alvaro Uribe (México), Andrea Blanqué (Uruguai), Antonio Orlando Rodríguez (Cuba), Amílcar Bettega (Brasil), Bruno Serrano (Chile), Héctor Abad Faciolince (Colômbia) e António Mega Ferreira são alguns dos autores estreantes nas Correntes e que vêm apresentar novas obras.

Também a participar pela primeira vez, estarão Lêdo Ivo (Brasil), Américo Appiano (Chile), Victor Andresco (Espanha), Joaquim Arena (Cabo Verde), Jorge Arrimar (Angola), Laura Antillano (Venezuela) e os portugueses Alice Vieira, Eugénio Lisboa e Rui Cardoso Martins.

Na lista dos «repetentes» portugueses, encontram-se Eduardo Lourenço, Helder Macedo, Gonçalo M. Tavares, valter hugo mãe, José Luís Peixoto, Nuno Júdice, Maria do Rosário Pedreira e Teolinda Gersão, entre outros.

Luís Fernando Veríssimo e Moacyr Scliar (Brasil), Germano Almeida (Cabo Verde), Paulina Chiziane (Moçambique), Antonio Sarabia (México) e Santiago Gamboa (Colômbia) são alguns dos escritores estrangeiros participantes em edições anteriores, bem como Ondjaki, Ana Paula Tavares e Manuel Rui (Angola), Carlos Quiroga e José Manuel Fajardo (Espanha), Karla Suarez (Cuba) e o português Onésimo Teotónio Almeida, que estão «acorrentados» há mais tempo, como costumam dizer.

Até 14 de Fevereiro, estes e outros autores falarão sobre «O desafio da folha em branco», «É literatura tudo o que não é evidente», «A rua faz o livro» e «A literatura é o sentido último das coisas», entre outros temas.

Na sessão de abertura oficial, dia 11 de manhã, no renovado Museu Municipal de Etnografia e História, serão anunciados os vencedores dos Prémios Casino da Póvoa, Correntes d´Escritas/Papelaria Locus e Conto Infantil Ilustrado Correntes d´Escritas/Porto Editora, que lhes serão entregues no último dia, na sessão de encerramento.

À tarde, também no museu, o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, proferirá a conferência de abertura do encontro que habitualmente esgota o auditório municipal de 310 lugares.

Lançadas em 2000 pela Câmara da Póvoa de Varzim e já com uma identidade própria - e este ano com uma imagem renovada pelo atelier Henrique Cayatte - as Correntes promovem visitas dos escritores a escolas básicas e secundárias do concelho, o que se repetirá este ano, dias 12 e 13.

Além do lançamento de 35 livros - três dos quais de fotografias tiradas nas nove edições passadas - haverá ainda a apresentação do oitavo número da revista Correntes d´Escritas, inteiramente dedicado ao 10.º aniversário do encontro, e uma Feira do Livro, até dia 14, na Casa da Juventude.

Como em anos anteriores, também este ano as Correntes d´Escritas se estendem a Lisboa, a 17 e 18 de Fevereiro, com duas mesas de debate que decorrerão, respectivamente, no Instituto Cervantes e na Casa da América Latina.

Cortesia de Diário Digital

CITAÇÃO - Octávio Paz

A poesia é o ponto de intersecção entre o poder divino e a liberdade humana

Natureza

Como uma mãe querida, quando o dia acaba,
Leva pela mão a sua criança pequena à cama,
Meio indo, meio evitando ser levada,
E deixa os seus brinquedos partidos no chão,
Ainda entreolhando-os pela porta aberta,
Não completamente tranquila e confortada
Por promessas de outros em seu lugar,
Que embora mais esplêndido, não a pode agradar mais;
Assim a Natureza lida connosco, e leva
os nossos brinquedos um por um, e pela mão
Leva-nos a descansar tão gentilmente, que vamos
Pouco sabendo se desejamos ir ou ficar,
Estando demais plenos de sono para entender
Até onde o desconhecido transcende o que nós sabemos.

Henry W. Longfellow

1º Prémio de Poesia Popular do Alentejo

Promovido pelo Centro Cultural da Terrugem, destina-se a todos os autores de poesia popular alentejana, nascidos no alentejo ou com residência na região. Entrega de trabalhos até 29 de Maio de 2009.

Regulamento

Eugénio Lisboa doa espólio à Biblioteca Nacional

O ensaísta, crítico e poeta Eugénio Lisboa assina amanhã o termo de doação do seu espólio à Biblioteca Nacional, entregando já um importante núcleo de correspondência de José Régio. O protocolo prevê que todo o espólio de Eugénio Lisboa vá, de forma faseada, sendo entregue à Biblioteca Nacional. Este tipo de doação tem sido adoptado por outras personalidades da cultura, entre as quais José Augusto-França, António Osório e António Ramos Rosa.

Cortesia de Diário Digital

Nova Feira do Livro de Lisboa

No próximo dia 4 de Fevereiro de 2009, pelas 15h00 realiza-se na Fil - Parque das Nações em Lisboa a sessão de esclarecimento e debate sobre "a Nova Feira do Livro de Lisboa 2009".

Convite.

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